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O estreito de Ormuz e os golfos Pérsico e de Omã foram classificados também como "zona de operações de guerra" pelo setor marítimo, após uma reunião entre sindicatos e empregadores mundiais.
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano afirmou esta quinta-feira que Teerão "não tem intenção", nesta fase, de fechar o estreito de Ormuz, mas não descartou essa opção se Israel e os Estados Unidos continuarem a guerra.
Golfo PérsicoAP
"Não temos qualquer intenção de fechar o estreito neste momento", afirmou Abbas Araghchi ao canal norte-americano NBC News, referindo-se à passagem entre o golfo de Omã e o golfo Pérsico por onde transita 20% do petróleo bruto mundial.
"Não o fechámos. São os navios e os petroleiros que não tentam atravessá-lo, pois temem ser atingidos por um dos lados", continuou.
Também a missão do Irão na ONU tinha afirmado esta quinta-feira que as afirmações de que Teerão tinha fechado o estreito de Ormuz eram "infundadas e absurdas", apesar de a Guarda Revolucionária, o exército ideológico do regime, ter avisado que os navios que passarem por lá "poderão ser atacados ou afundados".
O estreito de Ormuz e os golfos Pérsico e de Omã foram classificados também como "zona de operações de guerra" pelo setor marítimo, após uma reunião entre sindicatos e empregadores mundiais.
A declaração confere aos tripulantes de navios direitos reforçados, incluindo o de solicitar o repatriamento a expensas do armador, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).
A designação responde à "dimensão das perturbações e dos riscos enfrentados pelas tripulações civis na região", explicaram as duas partes num comunicado conjunto, referindo-se a centenas de navios bloqueados devido à guerra no Médio Oriente.
A Organização Marítima Internacional (IMO, em inglês) anunciou hoje que cerca de 20.000 tripulantes e 15.000 passageiros estavam bloqueados no Golfo Pérsico desde o início da ofensiva israelo-americana contra o Irão.
Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, tendo matado durante a ofensiva o 'ayatollah' Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989.
O Conselho de Liderança Iraniano assume atualmente a direção o país.
O Irão lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque. Incidentes com projéteis iranianos também foram registados em Chipre e na Turquia.
Desde o início do conflito, foram contabilizados mais de mil mortos, na maioria iranianos.
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