Portugal ativou esta quinta-feira o Mecanismo Europeu de Proteção Civil para organizar o repatriamento de cidadãos portugueses no Médio Oriente.
Os ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Defesa anunciaram esta quinta-feira que está em curso uma operação de repatriamento de 186 pessoas, quase todos portugueses, com chegada prevista na sexta-feira.
A guerra do Irão causou perturbações na deslocação de portugueses no Médio OrienteAP
Segundo comunicado conjunto dos dois ministérios, a operação envolve um avião C130 da Força Aérea Portuguesa e uma aeronave A330 fretada à TAP Air Portugal.
O voo fretado transporta 147 passageiros, dos quais 139 são portugueses e oito estrangeiros (da Alemanha, Itália, Reino Unido, Estados Unidos da América e Peru), estando a sua hora de chegada por confirmar.
Na missão que envolve o voo militar seguem 39 passageiros, dos quais 24 são portugueses e 15 estrangeiros (França, Grécia, Brasil e Israel).
Está previsto que este voo chegue ao Aeroporto de Figo Maduro esta sexta-feira às 05h00 e o secretário de Estado das Comunidades estará presente para receber os cidadãos repatriados.
As "missões e plano de segurança foram solicitados pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros ao Ministério da Defesa Nacional", refere o comunicado.
Portugal ativou esta quinta-feira o Mecanismo Europeu de Proteção Civil para organizar o repatriamento de cidadãos portugueses no Médio Oriente, indicou uma porta-voz da Comissão Europeia à agência Lusa.
Segundo indicaram fontes europeias à Lusa, Portugal pediu para ser organizado um voo de repatriamento, disponibilizando-se a dar lugares nesse voo a outros Estados-membros.
Os Estados Unidos e Israel lançaram a 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, tendo matado durante a ofensiva o 'ayatollah' Ali Khamenei, líder supremo do país desde 1989.
O Conselho de Liderança Iraniano assume atualmente a liderança do país.
O Irão lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.
Além da Turquia, incidentes com projéteis iranianos foram também registados em Chipre.
Desde o início do conflito, foram contabilizados mais de mil mortos, na maioria iranianos.
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Para poder votar newste inquérito deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.