Detido em novembro de 2024, Jonathan Loadholt, de 37 anos, declarou-se culpado de tentativa de assédio e branqueamento de capitais, como parte de um grupo.
Um homem foi esta quinta-feira condenado a 10 anos de prisão, em Nova Iorque, pelo seu envolvimento num plano para assassinar Masih Alinejad, jornalista norte-americana conhecida pelas duras crítica às autoridades do seu país de origem, o Irão.
Jornalista iraniano-americana Masih AlinejadAP
"Teerão tentou assassinar uma jornalista norte-americana nos Estados Unidos simplesmente porque ela tinha exposto alguns dos muitos abusos daquele regime", sublinhou o procurador-geral adjunto para a Segurança Nacional, John Eisenberg, citado num comunicado.
Detido em novembro de 2024, Jonathan Loadholt, de 37 anos, declarou-se culpado de tentativa de assédio e branqueamento de capitais, como parte de um grupo.
Loadholt e outro homem, Carlisle Rivera, foram acusados de aceitar 100 mil dólares para encontrar, vigiar e matar Masih Alinejad.
O seu cúmplice foi condenado no final de janeiro a 15 anos de prisão, depois de se ter declarado culpado de planear o homicídio mediante pagamento.
Farhad Shakeri, um afegão residente no Irão acusado de os recrutar para a Guarda Revolucionária iraniana, o exército ideológico da República Islâmica, continua em fuga.
Masih Alinejad, de 49 anos, foi alvo de outra tentativa de assassínio, frustrada por pouco, no verão de 2022, e de planos de rapto anteriores.
Após deixar o Irão em 2009, ganhou destaque em 2014 ao lançar o movimento "MyStealthyFreedom" nas redes sociais, incentivando as mulheres iranianas a protestar contra o uso obrigatório do ‘hijab’, o véu islâmico.
A sua conta na rede Instagram tem quase nove milhões de seguidores.
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