Dois anos depois da morte de Navalny os seus apoiantes continuam a ser perseguidos
No ano passado os advogados de Alexei Navalny foram condenados a penas de prisão superiores a três anos.
No ano passado os advogados de Alexei Navalny foram condenados a penas de prisão superiores a três anos.
Dissedente russo morreu em 2024 numa prisão na Sibéria, aos 47 anos.
Em fevereiro de 2024 terão sido enviadas amostras biológicas de Navalny para laboratórios de dois países que concluíram que o opositor russo "foi morto, ou seja, envenenado".
O bilionário eleito para um segundo mandato presidencial foi a figura escolhida pela publicação norte-americana. Em destaque o "renascimento político sem paralelo" de Trump. Em 2016, na sua primeira eleição também foi escolhido como pessoa do ano.
A marcha "anti-guerra", convocada pela oposição russa no exílio, liderada por Yulia Navalnaya, viúva de Alexsei Navalny, misturou cores das bandeiras russa e ucraniana e mensagens de diferentes ativistas e associações.
Viúva do opositor russo Navalny criticou o aperto de mão entre o secretário-geral da ONU e o presidente russo. Nações Unidas garantem que Guterres condenou invasão da Ucrânia durante o encontro bilateral.
Reeleito presidente Vladimir Putin centrou o seu discurso de vitória na ofensiva na Ucrânia, tendo afirmado que a sua principal tarefa será "reforçar a capacidade de defesa e as forças armadas". Pela primeira vez, mencionou a morte de Alexei Navalny.
Maior figura da oposição ao regime de Vladimir Putin, foi vítima de ataques e respondeu em tribunal por se insurgir. Morreu na prisão, mas não em silêncio
É uma das figuras mais reconhecidas da oposição na Rússia, que procura levar a avante o trabalho do falecido marido, ao mesmo tempo que estabelece uma identidade política única.
"Quero viver numa Rússia livre, quero construir uma Rússia livre", afirmou Yulia Navalnaya.
Conferência de Segurança de Munique irá discutir os desafios mundiais. Evento, que conta com líderes portuguesas, foi ensombrado pela morte de Alexei Navalny.
Passados dois anos desde que foi detido na Rússia, após ter sido tratado a um envenenamento, o opositor de Putin garante que vai continuar a lutar.
Yulia Navalnaya regressou à Rússia a 17 de janeiro, com o seu marido, depois de terem estado quase cinco meses na Alemanha, onde o opositor foi tratado e recuperou do envenenamento de que foi alvo em agosto de 2020.
Os manifestantes gritavam palavras de ordem como "Putin é um ladrão!" ou "Liberdade!", de acordo com jornalistas da AFP.
Opositor russo está em prisão preventiva até 15 de fevereiro. Mais de 3.400 pessoas foram detidas em todo o país pelas forças de segurança, muitas vezes com recurso à violência.