O que vamos todos fazer em 2026
Iremos regressar às tascas e tabernas, tentaremos escapar à IA nas redes sociais, vamos vestir rendas e decorar a casa em tons de branco.
Iremos regressar às tascas e tabernas, tentaremos escapar à IA nas redes sociais, vamos vestir rendas e decorar a casa em tons de branco.
Iguarias que parecem quadros, cozinhas minimalistas e menus contemporâneos: 2025 trouxe novidades gastronómicas para (quase) todos os gostos. Estas sete ficaram na nossa memória.
A sobremesa de Natal apresentada pelo chef Tiago Emanuel Santos resgata uma receita antiga do Barreiro.
Já ninguém esconde os liftings e o botox, a procura pelo rosto perfeito nunca foi tão voraz. Conheça ainda o passado de Sócrates e os candidatos ao Benfica.
Esquecemo-nos muitas vezes de que, para usarmos ferramentas de inteligência artificial, precisamos, na generalidade das situações e plataformas, de ser capazes de produzir um conjunto de instruções detalhadamente objetivas para conduzir o processo.
De França para as tascas portuguesas (mas também para os camarotes), o croquete tornou-se ícone nacional e estrela nas redes sociais. Fomos perceber porquê.
A redação da SÁBADO (a que não está a banhos) sugere-lhe livros para ler quando não estiver a dar mergulhos, a renovar o protetor solar ou a comer uma bola de Berlim.
O bicentenário do autor que inspirou centenas de escritores entre os quais Aquilino Ribeiro e Agustina Bessa-Luís é celebrado por todo o País. Mas os seus livros vão sendo cada vez menos lidos.
Com este Voraz, o Mercado 1.º de Maio, no Barreiro, pôs-se no topo da cena gastronómica nacional para perguntar: e se a cozinha Michelin praticasse preços justos para as nossas carteiras?
Precisamente pela violência que representam, as servidões administrativas só podem ser constituídas quando o interesse público o justificar. Ora, para comunidade local, e para todos os que se têm solidarizado com a sua luta, o projeto mineiro é a antítese do interesse público.
A cumplicidade suja com o roubo sangrento de Moçambique é mais uma mancha de vergonha para Portugal.
É preciso uma dieta urgente de autoconsciência e um esforço de reflexão nas nossas próprias atitudes antes de julgarmos o próximo. Não há verdades absolutas e não há "donos da razão".
As praias com ondas perfeitas e águas calmas. Os passeios de barco e os banhos de sal e argila. Os novos restaurantes e os petiscos regionais. Percorremos a região e fizemos-lhe um guia de verão.
As noites de Verão são uma promessa de memória futura, de uma coisa etérea que nos vai cobrir num dia de chuva. Há tempo para tudo, porque se é imortal numa noite quente.
Por agora – reitero – vigora ainda a ditadura da antiguidade. Na autocracia do tempo que se arrasta, o potencial de cada professor para trabalhar numa escola nada mais é do que um número num Excel.