250 anos dos EUA: Os livros que ajudam a explicar o país
Estes oito livros atravessam a história dos Estados Unidos da América através de personagens memoráveis, comentários sociais e viagens alucinantes.
Estes oito livros atravessam a história dos Estados Unidos da América através de personagens memoráveis, comentários sociais e viagens alucinantes.
«O país a que se pertence não é, conforme assevera a retórica costumeira, o que amamos, mas aquele de que temos vergonha»
O que Israel está a fazer, negando qualquer aceitação da solução da ONU dos “dois estados”, é incentivar o terrorismo dos colonos, ilegalmente existentes em território da Autoridade Palestiniana, e assim destruir qualquer possibilidade de se viver em grande parte da faixa de Gaza ou no sul do Líbano, pelo arrasar de aldeias e cidades.
Um dos efeitos dos últimos tempos foi o revelar com maior clareza a colagem do Chega ao regime da ditadura. Já se sabia, mas agora sabe-se melhor, com declarações explícitas como a da “revolução miserável” para o 25 de Abril. (...) Agora perdeu-se a vergonha face a Salazar e Caetano e isso traz mais fragilidade do que força
Moral da história? A liberdade não tem preço, mas teve um custo: um País politicamente aberto e economicamente travado. Uma inteligência adulta aceita as duas ideias. Cabeças estreitas escolhem a que mais lhes convém.
Para o professor catedrático José Miguel Sardica, o início da revolução começou em 1961 e foi concluída com a adesão de Portugal à então Comunidade Económica Europeia, em 1986.
Foi um relatório elaborado entre janeiro e junho de 1976 e denunciou centenas de abusos cometidos por forças militares e civis que incluem ainda prisões arbitrárias, mandados de captura passados em branco e até tortura de detidos.
Os discursos surrealistas e dadaístas de Trump seriam uma obra de arte se não fossem um perigo para o mundo; e tornam-se um exercício para os cidadãos deste planeta que, aos poucos, se começam a habituar ao “extraordinário”.
Os britânicos captaram a urgência de um tempo e devolveram-na em forma de canção. O primeiro álbum, "Whatever People Say I Am, That's What I'm Not", não foi apenas um retrato de juventude, foi um ponto de viragem na gramática do rock.
Uma capital de nove milhões sem água, uma economia a afundar-se, uma oposição sem programa ou união, um país a esvair-se em protestos sem solução clara à vista.
O Conselho, em linha com a política de “tolerância zero” da UA em relação a “mudanças inconstitucionais de governo”, classificou a revolta como “um grave atentado contra a ordem democrática e constitucional”.
Segundo um estudo, um outro tipo de violência é o uso de ferramentas de Inteligência Artificial para criar conteúdos sexuais a partir de uma imagem real de adolescentes ou crianças - as famosas deepfakes.
Em resposta a um texto publicado no passado sábado, cerca de 300 profissionais da cultura alertam para o risco de se "desconfiar 'a priori' das vítimas".
Desde o Concílio Vaticano II (1962-1965) a Igreja está em aggiornamento constante para se «adaptar melhor às necessidades do nosso tempo», nos termos da revisão da liturgia promulgada por Paulo VI na Constituição Apostólica «Sacrosanctum Concilium».
À quinta edição, a Bienal de Artes Contemporâneas ganha uma nova morada e junta Madrid a Lisboa - uma "ponte ibérica" que se estenderá de 10 de setembro a 26 de outubro.
A guerra civil em Myanmar entra em nova fase, aguardando-se o reforço das ofensivas rebeldes, e só Pequim e Moscovo podem valer à Junta Militar.