Ministros do euro escolhem hoje novo 'vice' do BCE e Mário Centeno é um dos candidatos
Luis de Guindos, o atual 'vice', termina o mandato no final de maio.
Luis de Guindos, o atual 'vice', termina o mandato no final de maio.
A Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários do Parlamento Europeu decidiu indicar Mário Centeno e Martins Kazaks como "preferidos" na eleição para vice-presidente de Christine Lagarde.
Mário Centeno já disse estar disponível.
Costa continua influencer de facto e Centeno quer continuar a ser independente num local mais acima, porque nada nestes preliminares afeta a sua evidentíssima independência
Ex-governador do Banco de Portugal tem sido apontado ao cargo de vice-presidente do BCE.
O horror em Sumy voltou a lembrar-nos o que é a invasão russa da Ucrânia, há mais de três anos. Está cada vez mais difícil manter o foco na questão mais relevante de todas, quando, em Washington, há um Presidente que soma disparates e garante a atenção mundial pela promoção da confusão.
"Os riscos associados à pandemia não desapareceram completamente, até porque o progresso da vacinação tem permanecido lento em muitas partes do mundo", disse o vice-presidente do Banco Central Europeu, Luis de Guindos.
A Nani Holdings, acionista do Novo Banco ligada à Lone Star, recusou o pedido de levantamento de confidencialidade solicitada, indicando que "os contratos permanecerão confidenciais e serão tratados como confidenciais".
Ex-governador do Banco de Portugal Vítor Constâncio está no parlamento para ser novamente ouvido na comissão de inquérito à Caixa-Geral de Depósitos.
O antigo governador do BdP garantiu que o supervisor “nunca tem conhecimento antecipado das decisões de crédito que os bancos vão tomar nem as pode fazer anular”.
Conselho de administração deu benesses ao ex-governador e antigo vice-presidente do Banco Central Europeu.
Constâncio indica que vai processar a publicação que "iniciou e insistiu nas calúnias" que envolvem os créditos da Caixa Geral de Depósitos a Joe Berardo para a compra de ações do BCP.
O requerimento teve origem nas declarações o ex-administrador do BCP Filipe Pinhal na sua audição na comissão parlamentar, em que mencionou reuniões nos dias 20 e 21 de dezembro de 2007 envolvendo representantes do BdP e BCP.
O antigo governador do Banco de Portugal considera que as declarações do ex-administrador do BCP são "calúnias" de "uma pessoa sem qualquer credibilidade".
O antigo governador do Banco de Portugal recebe uma pensão desse mesmo banco e outra do Banco Central Europeu, do qual foi vice-presidente durante oito anos.
Antigo presidente do Banco de Portugal diz que recebeu informação sobre ausência do encontro da própria instituição que liderou.