Ventura diz que tentou consenso "até à última" e recusa "cálculo político" no chumbo da lei laboral
André Ventura fez uma declaração na sede do Chega sem oportunidade para os jornalistas colocarem perguntas.
André Ventura fez uma declaração na sede do Chega sem oportunidade para os jornalistas colocarem perguntas.
Rosário Palma Ramalho considerou que se perdeu "uma oportunidade histórica" para Portugal.
Hugo Soares não poupou nas críticas ao líder do Chega.
Hugo Soares justificou que, no debate de quinta-feira afirmou que a proposta iria ser aprovada, porque é "um homem de palavra", criticando André Ventura por recuar à última hora.
Proposta foi chumbada, esta sexta-feira, com os votos contra de todos os partidos à esquerda e do Chega.
"Ou aceitam proteger quem trabalha, ou aceitam corrigir a imoralidade da idade da reforma e das reformas milionárias, ou não contam connosco!", indicou.
Proposta de lei do Governo foi rejeitada na generalidade.
Luís Montenegro deverá ser reeleito.
Na terça-feira, Luís Montenegro reuniu-se - pela segunda vez em menos de uma semana - com o líder do Chega .
Estão em claro crescimento. Abrem colégios, espalham comunidades por todo o País ou criam páginas de Instagram que movem dezenas de milhares de pessoas. Há quem esteja em ministérios e no Parlamento. Têm códigos e liturgia própria – tudo para espalhar a Fé.
O líder do Chega reuniu-se durante cerca de hora e meia com o primeiro-ministro, na residência oficial, em São Bento.
Seguro justificou o veto ao diploma com a distinção entre "causas humanitárias com reconhecimento constitucional e convencional expresso" e "posições político-partidárias".
O antigo secretário-geral do PS, que esteve dez anos afastado da política, foi eleito na segunda volta das eleições presidenciais, em 08 de fevereiro.
O partido liderado por André Ventura considera que os custos com a estação de televisão pública são "incomportáveis" e que a RTP se tornou "um refúgio" de pessoas que "só lá estão por razões políticas".
André Ventura anunciou um acordo com o PSD para que a autorização legislativa siga para a especialidade sem votação na generalidade.
Ministro da Presidência foi questionado sobre a ideia dos jovens com cancro ou deficiência terem de fazer trabalho social para aceder a esta prestação. Sobre isso, corrigiu que não se trata de trabalho social mas de "realização de atividades de solidariedade".