Tenista Jaime Faria vence Baez e está nos 'oitavos' do ATP 500 do Rio de Janeiro
Número dois português venceu o encontro com os parciais de 7-5 e 6-1.
Número dois português venceu o encontro com os parciais de 7-5 e 6-1.
Nos singulares, o melhor que conseguiu foi ser o nº 862 do ranking mundial. Já nos pares, este ano entrou no top 20 e venceu três torneios ATP. O futuro? Não quer estabelecer objetivos, mas o sonho é triunfar num Grand Slam.
O seu objetivo é jogar todos os Grand Slams, pois em termos financeiros “é uma grande diferença, recebe-se 300 a 350 mil euros” e fica-se garantido. Jaime Faria, que já ganhou um set a Djokovic, recorda a infância, quando ia com o pai para os museus, e fala do treino mental e da paixão pelo Sporting - e de Gyökeres.
Nuno Borges poderá tornar-se o melhor tenista português de sempre? Jaime Faria e Henrique Rocha vão chegar ao top 100? E Sinner e Alcaraz vão continuar a dominar nos maiores torneios? Na semana em que começou o Open da Austrália, fomos falar com três especialistas, que antecipam como será a época de 2025.
Nuno Borges é o segundo tenista português a consegui-lo, depois de João Sousa.
Único tenista nacional a conquistar o título de singulares do Estoril Open, Sousa escolheu o único torneio ATP português para se despedir do ténis mundial.
Depois de ter sido o nº 57 do mundo em 2016, foi afetado pelas lesões e tem sido difícil reerguer-se a jogar nos torneios com baixos prémios monetários. O tenista lembra a infância, a ida para os EUA e os treinos com Roger Federer – e até fala da vida pessoal e das alcunhas.
Fancisco Cabral e Nuno Borges, que no ano passado se tornaram nos primeiros portugueses a conquistar o título de pares no Estoril Open, deixam o único torneio ATP disputado em Portugal sem representação nacional.
Os pais inscreveram-no no ténis aos 6 anos por conveniência – o campo do complexo da Maia ficava perto de casa. Aos 18 não se sentiu preparado para ser profissional e foi estudar para os EUA. Só começou “a sério” em 2021 e já é o 68º no ranking mundial. Chega ao Estoril Open como o melhor português e diz que ganhar ali "seria incrível".
O tenista de 41 anos conta com 20 prémios de Grand Slam, apenas sendo ultrapassado por Novak Djokovic e Rafael Nadal.
Batemos bolas com João Zilhão, que chegou a disputar a fase de qualificação do torneio que agora dirige. O gestor conta o que custa atrair as estrelas para a maior prova de ténis no país, que arranca hoje.
Começou na natação e foi para o ténis por acaso. Em 2018, perdeu no Estoril Open com João Sousa logo na primeira ronda; agora quebrou a hegemonia de 18 anos de Nadal, Djokovic, Federer e Andy Murray e chegou a nº 1. Mas esta é uma altura difícil para os russos, por causa da guerra na Ucrânia.
Sam Querrey, 49.º no ranking mundial de ténis, estava confinado em São Petersburgo após dois testes positivos ao novo coronavírus, recusou novos testes para si e a sua família e abandonou território russo a bordo de um avião privado.
Brasileiro, de 20 anos, soube esta quarta-feira resultado do teste à Covid-19.
Pedro Sousa, de 31 anos e que nunca tinha passado dos quartos de final de um torneio ATP, juntou-se a Frederico Gil e João Sousa como únicos portugueses a disputarem finais.
Português, 71.º do ranking mundial, perdeu com o croata Borna Coric, detentor do título em relva, em três sets, pelos parciais de 7-6 (7-4), 5-7 e 7-6 (7-4).