António Lobo Antunes. A despedida de um colosso
Quase isolado do meio literário onde foi a grande estrela das últimas décadas, fazia vida junto do povo e dos amigos. Escreveu até ao fim, como forma de se agarrar à vida
Quase isolado do meio literário onde foi a grande estrela das últimas décadas, fazia vida junto do povo e dos amigos. Escreveu até ao fim, como forma de se agarrar à vida
À boleia da comunidade brasileira, esta época festiva tem mudado de contornos, especialmente em Lisboa. E os desfiles vão muito além dos três dias. Entrámos no ritmo de um ensaio do maior bloco fora do Brasil
Advogado exilado contou ao 'El Mundo' que o número de mortos no Irão é muito superior ao que se tem relatado e que a vida está tão cara que "comer ovos tornou-se um luxo".
O homem que se despenhou de mais de 3.000 metros de altura, os perigos das avalanches e tempestades, o bacalhau, a aspirina ou a praga dos “turistas-alpinistas". João Garcia contou, em livro, as suas aventuras na subida até aos 8.611 metros do K2.
As roupas extravagantes, as viagens exóticas, os hotéis mais luxuosos, os grandes jantares, as mulheres proibidas e as mais fáceis. Eça gostava do melhor que a vida podia oferecer. Ganhava bem, gastava ainda mais, acumulava dívidas, pedia dinheiro e favores. Rejeitado pela mãe, construiu uma família unida. Na semana em que os seus restos mortais são transladados para o Panteão, esta é a sua história pessoal.
Relembro como se fosse hoje o dia em que há trinta um anos acompanhei a primeira vítima de violência doméstica a um posto da GNR da margem sul. Uma mulher vítima recorrente de agressões físicas e psicológicas. O militar da GNR que nos recebeu apressou-se a recomendar uma melhor ponderação.
A vida, ao contrário do que nos querem fazer crer, não é feita de grandes momentos. É feita de um amontoado de primeiras e últimas vezes, tão bem misturadas que só com sorte é que descobrimos as costuras. E se a última vez passou sem aviso, então que assim seja.
A menopausa não precisa de ser um drama, apesar de poder durar quase uma década e de ter mais de 100 efeitos secundários associados ao processo. E ainda: a autora que denuncia os crimes de Putin contra as mulheres; a vida do guionista Rui Vilhena; uma caminhada com o ator Lucas Dutra.
A exemplar condenação de Manuel Pinho e Ricardo Salgado mostra que, se for sensata, prática e inteligente, a Justiça funciona.
Menos atenção têm merecido barbaridades do vulgo, como a do concidadão que, irado com o processo de divórcio movido pela mulher, a violou, torturou, rapou-lhe o cabelo, arrancou-lhe as sobrancelhas e acabou por lhe cortar o dedo anelar com uma tesoura de poda.
Com 32 anos, dirige duas orquestras, é diretor artístico do Festival de Sintra, comunicador, tem novo livro. Com histórias pessoais, conduz-nos num percurso pela música, arte, sem esquecer a poesia da avó: Sophia de Mello Breyner Andresen.
Tem um ginásio em casa e desloca-se de mota para todo o lado. A estrela da rádio e televisão, que tem hiperatividade, admite a relação difícil com o relógio: o tempo é escasso para tanta coisa. A propósito do novo livro e dos 50 anos, a SÁBADO acompanhou-o durante quatro dias. A maratona terminou horas antes da festa de aniversário, num palácio.
Foi a primeira pessoa a receber uma terapia genética nos Estados Unidos. Nascido num mundo de profundo silêncio agora diz que “não há nenhum som que não goste”.
Crystal Hefner vai lançar um livro de memórias sobre o ambiente tóxico que vivia com o fundador da Playboy. As regras que lhe eram impostas e a adolescencia “roubada” vão marcar presença nesta obra.
É muito significativo e com real impacto o número de atos processuais não realizados nos tribunais (cinco milhões) e diligências adiadas (sessenta mil), na sequência de sucessivas greves dos oficiais de justiça.
Leia o primeiro capítulo da nova obra do escritor e co-argumentista João Tordo, inédita e em exclusivo para a SÁBADO.