Parlamento francês à beira de uma nova dissolução
Primeiro-ministro não está a conseguir lidar com a apresentação de duas moções de censura.
Primeiro-ministro não está a conseguir lidar com a apresentação de duas moções de censura.
Com a aprovação de um orçamento até ao final do ano já fora de cena, Lecornu terá de governar em duodécimos durante o próximo ano — uma medida que irá limitar a capacidade do primeiro-ministro de equilibrar as contas públicas francesas.
Abertura da loja França gerou polémica após a venda online de bonecas sexuais parecidas com crianças.
Na quarta-feira, o Governo francês iniciou um processo para suspender temporariamente a Shein no país, até a plataforma chinesa provar que o seu conteúdo está em conformidade com a lei.
O Governo francês iniciou na quarta-feira um processo para suspender temporariamente a marca no país.
Lecornu foi alvo de uma moção de censura apresentada pelo La France Insoumise e outra apresentada pelo partido de Marine Le Pen.
Em causa está a polémica intenção de Macron de alterar a idade da reforma dos 62 para os 64 anos.
Lecornu enfrenta o desafio de conseguir a aprovação do Orçamento de Estado para 2026 no meio de uma crise política.
O Presidente francês decidiu, na sexta-feira passada, renomear Sébastien Lecornu como primeiro-ministro, numa altura em que a instabilidade política tem criado preocupações.
A recondução de Sébastien Lecornu como primeiro-ministro francês foi alvo de fortes críticas de vários partidos e já está anunciada uma moção de censura. O Erxecutivo poderá cair muito em breve.
O primeiro-ministro que se demitiu na passada segunda-feira, foi esta noite reconduzido no cargo por Macron.
Declarações surgiram em entrevista ao canal France 2.
“Esta noite irei ao Eliseu apresentar ao Presidente da República as soluções que estão sobre a mesa”, indicou. "Isto, se pudermos encontrar soluções", ressalvou
Sébastien Lecornu afirma querer "concentrar as discussões" em dois pontos: a aprovação do orçamento e "o futuro da Nova Caledónia".
Macron pode nomear outro primeiro-ministro, convocar eleições antecipadas ou demitir-se, a dois anos das próximas eleições presidenciais. Para já, pediu "negociações finais" para uma "plataforma de ação" e deu até quarta-feira.