Ainda não é tarde: 13 planos para a passagem de ano
A corrida contra as 12 badaladas da meia-noite aproxima-se mas não faltam opções entrar em 2026 em grande
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Como realizador de cinema, Antonio Skármeta rodou vários documentários e longas-metragens. História do carteiro de Neruda foi escrita em 1981.
Quando as condutas são deploráveis e negativas, a maioria das pessoas prefere os termos de forte expressividade e de forte carga emocional, que vão directas ao assunto e têm um grande poder de síntese.
O autor de 'Moulin Rouge!' experimenta o registo biográfico de um músico, em voga desde 'Bohemian Rhapsody', sobre Freddie Mercury. O seu filme sobre o rei do rock’n’roll estreia esta semana.
Uma das mulheres a rir-se, foi a princesa Diana. Sentada ao lado de Billy Crystal, sussurrou-lhe que “não me rio mais alto porque estão todos a olhar para mim”. Mais tarde, pediu que a longa-metragem fosse projetada em Buckingham para que ela e as amigas se pudessem divertir à vontade. É a força imortal dos orgasmos falsos.
Histórias de faca e alguidar entre políticos, dislates sobre a saúde pública, cegueira face ao futebol, transformação do 25 de Abril em ministério e uma morte. O que detestei nos últimos dias.
E porque, como seres humanos que somos, procuramos, invariavelmente, um outro "eu", sonhar é voar, projectando-nos. Permitindo que nos experimentemos, que nos rejeitemos e rejeitemos outras e outros.
Woody Allen "nem se esforçou para disfarçar a desinspiração", escreve o crítico
Casino recebe duas noites de festa, entre os loucos anos 20 e os endiabrados 60
Rebecca Makkai demorou quatro anos e meio a escrever Os Otimistas, que cruza a pandemia do VIH na Chicago dos anos 80/90, a cena artística da Paris da década de 1920 e a atualidade. Foi “culpa” da pesquisa, conta a autora.
Tem comida, natureza, arquitetura e história. Ainda por cima a preços acessíveis. Das praias de água cristalina da Galiza, à arquitetura de Castela e Leão, passando pelo vinho da Extremadura e pelos petiscos da Andaluzia.
Em Itália, atiçam-lhes cães nas praias. São alvos da raiva e da chacota colectiva. Em Portugal são fantasmas, totalmente ausentes do debate público. Todos os dias o estreito é feito de camadas de sobrevivência e as praias do lado de cá corporizam uma sociedade e um mundo totalmente inacessíveis aos que vêm do outro lado do grande mar.
Sempre que um crítico do Ipsilon publica um livro, o jornal faz como em certas aldeias de Portugal: mata um porco e distribui pedaços do lombo do suplemento aos seus trabalhadores
Tem apelido português, recebido dos pais açorianos, imigrantes nos EUA, mas é em inglês que escreve os seus livros. Graças ao sucesso do primeiro, O Espião Improvável, de 1997, deixou de ser jornalista na United Press. Agora acaba de editar o vigésimo.
Um tiro de um solitário em Sarajevo mergulhou o mundo numa guerra tão sangrenta como não havia memória. Uma quinta-feira em Wall Street foi o início da crise que originou multidões de famintos.
Chegam agora às livrarias 18 textos inéditos do autor, mantidos no desconhecimento até agora, por terem sido incompreendidos, esquecidos ou perdidos.