Cinema, música e muita literatura: o que não perder na Feira do Livro de Lisboa
Entre 27 de maio e 14 de junho, o Parque Eduardo VII acolhe a 96.ª edição da Feira do Livro que este ano se apresenta com novos argumentos.
Entre 27 de maio e 14 de junho, o Parque Eduardo VII acolhe a 96.ª edição da Feira do Livro que este ano se apresenta com novos argumentos.
Alberto Santos foi à Argentina promover o seu livro e aproveitou para fazer alguns atos oficiais. Até o embaixador ajudou.
Lançamentos recentes, estes títulos podiam ser lidos em qualquer altura do ano - mas antes cedo que tarde. Do crime islandês à maternidade, há temas latos e gratos.
Iates? Coleções de arte? Não, o novo negócio de nicho para satisfazer os ultra-ricos de todo o mundo - pessoas ou empresas - é comprar livros e desenhar onde os alojar à medida do cliente.
História de uma guerra que envolveu o diretor-geral da BNP, falecido recentemente, o comissário-geral para as comemorações dos 500 anos de Camões e vários governantes
Em "Autorretrato- Instruções para sobreviver à Máfia" (D. Quixote), o escritor e dramaturgo David Enia dialoga com a História e com Leonardo Sciascia, outro autor essencial para perceber a Máfia.
Com o coreano como língua convidada, o festival francês, dirigido pelo português Tiago Rodrigues, não terá este ano artistas portugueses na programação.
A missa de corpo presente decorreu na igreja dos Jerónimos e o escritor seguiu depois para o cemitério de Benfica.
Notícia doi avançada pelo Supremo Tribunal de Justiça.
A avó de Maria de Lourdes foi dama de companhia da mãe de Fernando Pessoa. E deixou-lhe umas folhas amaralecidas, que elaenviou a Natália Correia, já nos anos 80. Eram inéditos da mãe do poeta.
A escritora portuguesa, de 79 anos, tornou-se na 7.ª mulher a receber este galardão.
A jornalista Raquel Lito entrevistou Clara Pinto Correia há um ano, na casa em que a bióloga e romancista vivia em Estremoz. Clara Pinto Correia foi encontrada morta em casa, esta terça-feira.
Intelectual de proa, bióloga e romancista, casou-se três vezes, uma delas em Las Vegas com botas de pele de cobra. Adotou dois miúdos, teve uma depressão, declarou insolvência e deu explicações para pagar as contas. Sobreviveu a um acidente, nunca largou a escrita e mudou-se para Estremoz, a terra do seu primeiro amor.
Pelo "incontornável contributo" para a literatura portuguesa.
O diretor técnico da Quebrar o Silêncio, que presta apoio às vítimas masculinas de abusos sexuais, estreia-se como romancista com Neblina. A história de Miguel gira em torno do mote da associação que fundou, em 2017, e à qual se dedica a tempo inteiro.