Amália: anatomia técnica do primeiro grande modelo de linguagem do Estado português
O Amália não é, nem pretende ser, um "ChatGPT português".
O Amália não é, nem pretende ser, um "ChatGPT português".
Para quem lida com a natureza de duplo uso destas ferramentas, o raciocínio é familiar e incómodo: as mesmas perguntas que são valiosas nas mãos de um profissional de cibersegurança ou de um investigador em biologia podem ser perigosas nas mãos de um agente malicioso.
Um esforço de modernização digital que posiciona o país entre os líderes europeus.
A consciência de uma máquina, na medida em que esta a tem, é a consciência que nela colocarmos.
Entre quem faz donativos partidários há quem, por razões de transparência, discorde abertamente do novo sigilo público sobre quem financia os partidos e as campanhas eleitorais. "Quando dou não me importo que digam que dou", responde Miguel Sommer Champalimaud, que apoiou o Chega. Não encontrámos quem defendesse o bloqueio à divulgação, mas muitos não responderam.
Em resposta a incidentes graves está previsto um Gabinete de Crise convocado pelo Secretário-Geral do Sistema de Segurança Interna, composto por representantes da Polícia Judiciária, do Serviço de Informações de Segurança e do próprio CNCS.
A iniciativa surge depois de a Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP) ter deixado de disponibilizar a identidade dos doadores dos partidos, após parecer da parecer da Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos (CADA).
É do mais elementar interesse público saber quem financia os partidos que são responsáveis pelos destinos do país. Foi precisamente esta prática que permitiu revelar, por exemplo, os donativos do universo Espírito Santo às campanhas presidenciais de Cavaco Silva.
Governo tem sido acusado de adquirir plataforma que faz "análise preditiva" com o objetivo de monitorizar jornalistas.
Uma discreta habilidade administrativa tornou impossível saber quem compra influência nos partidos.
Na segunda-feira, a Secretaria-Geral do Governo esclareceu que a ferramenta contratada da irlandesa NewsWhip é "um tipo de 'clipping' moderno" que pesquisa em fontes abertas e de conteúdos públicos e rejeitou que tal seja para monitorizar jornalistas.
Este esclarecimento, enviado por 'mail, surge depois do Correio da Manhã (CM) ter noticiado que o "Governo paga 40 mil euros para vigiar redes sociais e reagir a polémicas".
Tribunal Constitucional rejeitou o recurso da autarquia.
É de extrema importância munir as nossas cidades com tecnologia de vídeovigilância para a salvaguarda das pessoas e bens, mas Portugal está a ficar para trás face a outros países europeus.
Especialista em regulação digital diz que é consensual entre todos os Estados-Membros que haja uma proteção dos mais jovens da “invasão e lavagem cerebral que as redes sociais conseguem infligir”.
Acusado de não fazer oposição e de boicotar Suzana Garcia, PSD da Amadora tem um vereador a receber avenças do PS em Loures (e algumas são misteriosas). Suzana Garcia diz que não deve favores nem pode ser comprada. Ligações chegam à EMEL (Lisboa). Loures contratou o marido de Carla Tavares, ex-presidente da Amadora e amiga de Ricardo Leão