Sábado – Pense por si

José Maria Ricciardi
Fernando Esteves

O que escondiam as 71 atas secretas de Ricciardi

Não era suposto que qualquer dos membros do Conselho Superior revelasse as reuniões ou sequer a existência do órgão. Percebe-se porquê: nas atas de 2006, já admitiam que estavam à beira da falência técnica; e nas de 2012 relatam a reunião em que Pedro Queiroz Pereira os enfrentou.

Reforma laboral: «Estamos numa luta por poder dizer quem cedeu e quem fez tudo que era possível»

Reforma laboral: "Estamos numa luta por poder dizer quem cedeu e quem fez tudo que era possível"

A diretora-executiva da Sábado, Maria Henrique Espada, e a analista política Sílvia Mangerona falaram sobre o prolongamento das negociações entre o Governo e a UGT sobre o novo pacote laboral. Sílvia Mangerona destacou que o processo já dura há nove meses e soma mais de 50 reuniões. Maria Henrique Espada considerou que "estamos um na luta pela narrativa, [...] por poder dizer quem cedeu e quem fez tudo que era possível".

José Maria  Ricciardi morreu no dia 24 de março, por volta das 23h. Tinha  71 anos
Ana Taborda

Ricciardi: a vida do banqueiro que dançava samba e colecionava canários

Foi procurar um médico nos EUA, fez tratamentos na Fundação Champalimaud, e enquanto a doença permitiu continuou a trabalhar, a caçar e a ver jogos do Sporting. Já doente, marcou reuniões para refundar um banco com a marca Espírito Santo. Tinha 6 anos quando decidiu ser banqueiro - e já não mudou de ideias. Como nunca desistiu de casar com uma mulher que tinha três filhos.

Em 2013, chefiava a Unidade Nacional de Contraterrorismo e desmantelava a famosa “rede do Multibanco”
Carlos Rodrigues Lima

Luís Neves. Um ministro que fez “faísca” na PJ

Se gerir a Administração Interna com o ritmo que imprimiu na PJ, os secretários de Estado terão motivos de preocupação. Já acordou um procurador às 3h da manhã e marcava reuniões fora de horas. Mas no último dia chorou.

António José Seguro confiante na vitória do "homem normal"
Rita Rato Nunes

De Penamacor a Belém, o triunfo do homem “normalíssimo”

Criou um jornal, entrevistou Ramalho Eanes, fez de “segurança” de Salman Rushdie, foi preso numa manifestação em Espanha, levou o seu gabinete no Rato para o sótão quando liderava um PS dividido. Largou tudo – e regressou. Em Belém, os boys ficam à porta, vai haver registo público de reuniões e Presidências Abertas “à Soares”.

Tomará posse dois dias antes de completar 64 anos e será o sexto presidente eleito em democracia
Rita Rato Nunes

Como Seguro vai gerir a Casa Civil

Tem agenda e quer trabalhar com metas. Sem boys e com registos transparentes das reuniões. Pretende falar pouco (em público) e promete ser fiel a Montenegro.

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