Maio, maduro Maio
As várias comemorações de Maio podem e devem motivar debates profundos acerca do nosso quotidiano. Debates de natureza política, sem dúvida, mas também éticos e morais.
As várias comemorações de Maio podem e devem motivar debates profundos acerca do nosso quotidiano. Debates de natureza política, sem dúvida, mas também éticos e morais.
Durante a tarde desta sexta-feira, milhares de pessoas juntaram-se às comemorações do 1.º Maio, na manifestação convocada pela CGTP entre o Martim Moniz e a Alameda D. Afonso Henrique, em Lisboa. A UGT concentrou-se no Jamor.
O deputado do PCP considera que o pacote laboral está inserido num trajeto de retrocesso que tem vindo a ser feito ao longo das últimas cinco décadas com políticas de direita. Na cerimónia de celebração dos 52 anos do 25 de Abril acrescentou que o Governo e a direita pretendem esmagar os direitos dos trabalhores.
É do mais elementar interesse público saber quem financia os partidos que são responsáveis pelos destinos do país. Foi precisamente esta prática que permitiu revelar, por exemplo, os donativos do universo Espírito Santo às campanhas presidenciais de Cavaco Silva.
O alegado enorme estadista, que continua a ser elogiado na esquerda lusa, tem currículo mas sobretudo um cadastro que, visto do País que está a julgar José Sócrates, deveria condená-lo a, no mínimo, uma distância política higiénica.
Para já, é a Demagogia que está a ganhar. Como, aliás, está a acontecer por todo o Mundo. Bem nos avisou o grego Aristóteles de que a Democracia pode, muito facilmente, degenerar em Demagogia. E ele viveu entre 384 e 322 a.C..
Lei foi alterada no ano passado mas a influencer trangénero só agora renovou o documento, acabando por ser surpreendida.
O Museu Nacional Soares dos Reis, por exemplo, está hoje "parcialmente encerrado".
Uma discreta habilidade administrativa tornou impossível saber quem compra influência nos partidos.
O Tribunal de Contas é pilar da separação de poderes e da boa governação. Dispensa-lo do seu papel preventivo fragiliza a confiança dos cidadãos no Estado e abre espaço à arbitrariedade.
Num debate dividido, alguns especialistas alertam para a falta de base científica das práticas de conversão da orientação sexual, enquanto outros profissionais defendem a revogação da lei e alegam limitações à liberdade clínica.
Dados recentes apontam para níveis elevados de pobreza e privação material entre a população cigana, com Portugal a surgir entre os países europeus com maior proporção de pessoas em risco de pobreza neste grupo.
No mês passado o Parlamento aprovou um projeto-lei que proíbe a utilização desta medicação por parte de crianças e adolescentes.
Bater nos mais frágeis é a melhor maneira de continuar a engordar os mais criminosos.
Fundador do projeto MiudosSegurosNa.Net classificou o momento como "um retrocesso civilizacional autêntico" na história da proteção infantil.