Eleição de novo reitor da Universidade Nova de Lisboa voltou a ser adiada
A eleição não se realizou por "falta de quórum" do Conselho Geral da universidade, o órgão que elege o reitor, revelou à Lusa a instituição.
A eleição não se realizou por "falta de quórum" do Conselho Geral da universidade, o órgão que elege o reitor, revelou à Lusa a instituição.
A providência cautelar na origem da decisão de suspender o ato eleitoral foi apresentada por quatro professores catedráticos.
Um professor gastou 5 mil euros do seu bolso para provar que a universidade estava a barrá-lo injustamente de candidatar-se a reitor da UNL. A sua vitória em tribunal mergulhou a Nova num imbróglio jurídico, que cai em cima de guerras internas. Repetição da eleição do reitor arrisca esbarrar de novo numa batalha jurídica.
«Igualitário é o deus da guerra; e mata quem quer matar.»
O Conselho Geral da Universidade Nova de Lisboa termina o mandato este mês, mas considera ter condições para eleger o reitor a 24 de abril. A Nova SBE, uma das escolas da UNL, “acompanha com preocupação crescente a legitimidade democrática do processo” e diz estar a “avaliar todos os mecanismos” para garanti-la. Imbróglio jurídico cai sobre o pano de fundo de conflitos internos.
Após o tribunal mandar repetir o processo que há seis meses elegeu Paulo Pereira para o cargo.
António José Seguro, antigo secretário-geral do PS, foi eleito Presidente da República na segunda volta das eleições presidenciais, em 08 de fevereiro, com mais de 3,5 milhões de votos, um número recorde, 66,84% dos votos expressos, contra André Ventura, presidente do Chega.
Em causa está a "erosão orçamental sistémica e a insegurança jurídica sem precedentes no Ensino Superior".
A entrada no bar será exclusiva a atuais e antigos estudantes, docentes e funcionários.
São perto de 50 as comunicações de António Costa intercetadas. O ex-presidente do Supremo alertou para riscos de escrutínio da ação política pela justiça, mas outra decisão deste tribunal validou a manutenção das conversas num processo que escutou mais de 20 pessoas, apanhando na rede desabafos, cunhas, a gestão do governo e do PS.
O presidente do júri, Manuel Alegre, destacou a elegância da escrita.
O reitor referiu durante as declarações à comissão parlamentar que recebeu "telefonemas insistentes de uma senhora que se dizia advogada dos estudantes".
Notícia surge cerca depois do reitor da Universidade do Porto ter revelado que foi alvo de "pressões" para admitir 30 candidatos no curso de Medicina, que não conseguiram a nota mínima exigida.
A redução do número de estudantes a entrar para o ensino superior é, por isso, uma tragédia que importa solucionar.
Fernando Alexandre defende que as residências universitárias "devem ser olhadas como espaços de integração dos estudantes".
Fernando Alexandre afirma que "face ao que aconteceu, perante irregularidades têm de existir consequências dentro da instituição" e que, se o reitor apresentar a sua demissão, aceitará.