Cooperação sem treino é ilusão
Portugal tem de estar preparado para responder a ataques contra infraestruturas críticas, crises híbridas, ciberataques, sabotagens, emergências complexas, campanhas de desinformação ou situações em que a segurança interna e a defesa nacional se aproximam sem se confundirem. Perante este tipo de ameaças, a improvisação é um risco.