Sábado – Pense por si

Editorial

Reparar é imoral, mas o governo não consegue dizê-lo

Há um vazio gritante no discurso do governo, que, se não o preencher, vai continuar a ser cavalgado pelo Chega: o MNE não conseguiu dizer o mais simples, que é contra o mecanismo de reparações para corrigir erros passados que não têm correção presente possível. Ou seja, Rangel não se veio embora sem dizer nada. Verdade histórica, reconhecimento de erros, a admissão de responsabilidade, são uma coisa. Culpas e penas coletivas e transmissíveis só existem em regimes jurídicos não democráticos.

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A família imperial disputa a sucessão e um homem paga 30 mil euros para ser conde
Raquel LitoSónia Bento

Venda de títulos no mercado negro, pratas desaparecidas e palácios trancados: as guerras dos descendentes de D. Pedro II

Há um pai e um filho de costas voltadas, gás lacrimogéneo à porta do palácio e forças policiais. Depois, um tio que não reconhece o casamento do sobrinho, marcado para novembro. Dois ramos disputam a sucessão e, pelo meio, vem à tona uma denúncia: um português pagou 30 mil euros para ser conde, através de um diploma alegadamente emitido em nome da Casa Imperial. O Ministério Público investiga.

O personagem de Cruise centra todas as atenções: é uma espécie de desenho animado humano
Nuno Miguel Guedes

"Digger": é preciso mais do que Tom Cruise

O novo filme de Alejandro Iñarritu pretende ser uma sátira feroz à ganância e ao presente, aliado a uma mansagem sobre os perigos das alterações climáticas. O resultado, porém, é um filme oco.

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