Sábado – Pense por si

Joe Berardo foi acusado em julho de 2025 de burla qualificada e este ano de fraude fiscal qualificada
Carlos Rodrigues Lima

Escutas revelam que banqueiros estavam dispostos a perdoar dívida a Berardo

Investigação a Joe Berardo revelou como os homens fortes do BCP e do Novo Banco estavam disponíveis para perdoar mais de metade da dívida de mil milhões. Judiciária descreveu suspeitas de gestão danosa na Caixa Geral de Depósitos, mas ninguém foi acusado. Carlos Santos Ferreira passou património para a mulher.

José Maria  Ricciardi morreu no dia 24 de março, por volta das 23h. Tinha  71 anos
Ana Taborda

Ricciardi: a vida do banqueiro que dançava samba e colecionava canários

Foi procurar um médico nos EUA, fez tratamentos na Fundação Champalimaud, e enquanto a doença permitiu, continuou a trabalhar, a caçar e a ver jogos do Sporting. Já doente, marcou reuniões para refundar um banco com a marca Espírito Santo. Tinha 6 anos quando decidiu ser banqueiro - e já não mudou de ideias. Como nunca desistiu de casar com uma mulher que já tinha três filhos.

Alexandre R. Malhado

Da nata de Espinho às buscas da PJ, a vida dos irmãos Castros

A Castros Iluminações é um negócio centenário de uma das famílias mais conhecidas de Espinho. Os irmãos Jorge e Tozé andavam na escola com os Violas, almoçavam com autarcas e envolviam-se na Igreja (e em escolas do Opus Dei). Agora há contratos suspeitos de viciação.

Na Feira da Ladra, não faltam bancas improvisadas com azulejos históricos à venda
Raquel Lito

Feira da Ladra: aqui vendem-se azulejos roubados

Os feirantes animam-se com a procura e os turistas só questionam se as peças passam no aeroporto. A SÁBADO fez a visita “à civil”, pedindo certificados de origem – ninguém os tem. Veja o vídeo.

Nas Autárquicas de 2013, Seguro era líder do PS, Carneiro líder da federação do Porto e Pizarro (à esq.) o candidato à câmara
Rita Rato Nunes

Seguro e Carneiro: Tão amigos que eles eram

Líder do PS foi um fervoroso segurista até ter de garantir a sua sobrevivência política com António Costa. Não houve corte, mas a relação esfriou. Segue-se novo capítulo.

Quem despreza os aliados acaba sozinho

Trump destratou os aliados e depois chamou-lhes "cobardes" por não quererem ajudar a resolver Ormuz. O Presidente dos EUA teve o seu "momento Pearl Harbor" ao lado da primeira-ministra japonesa e agravou a ideia de que partiu para o Irão sem plano e sem a mínima noção do que poderá acontecer no "dia seguinte". Já agora: quando poderá ser esse "dia seguinte"? Alguém vislumbra como é que isto pode acabar?

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