Alfama vence edição de 2026 das Marchas Populares de Lisboa
Em segundo lugar ficou Alcântara e em terceiro Madragoa.
Em segundo lugar ficou Alcântara e em terceiro Madragoa.
Num debate quezilento e centrado quase só na vida profissional de Marques Mendes, o inexperiente Gouveia e Melo apertou o experiente Marques Mendes como até aqui ninguém fez. É de duvidar, contudo, que este fosse o debate que o eleitorado ali em disputa queria ver.
Eleanor e Lyle Gittens conheceram-se num jogo de basquetebol em 1941 e estão casados há 83 anos.
De regresso à comédia com o novo filme "O Pátio da Saudade", o cineasta critica os apoios do ICA: “Não sei o que querem fazer do cinema português.”
Jake Tapper e Dana Bash foram ignorados pelos dois candidatos à presidência dos Estados Unidos ao longo de todo o debate. Mas os próprios fizeram de tudo para não se imporem.
José Luís Carneiro vai ter uma palavra em várias frentes. Os carneiristas não querem criar “uma fação”, mas também recusam “ficar no bolso” de quem ganhou.
Sonhou ser da elite antiga que cedo o esnobou em Lisboa: estudou, trabalhou e (quase) conseguiu. Já rico no Portugal dos anos 90, subiu de patamar com o BPP, o banco com que caiu. Morreu enforcado numa cadeia sul-africana, a dias de fazer 70 anos. Os bens com que afirmara o seu estatuto servirão agora para pagar indemnizações.
Com este "fosso" entre grupos cada vez maior, a narrativa do medo e do ódio ganha espaço mesmo quando os e as candidatas que a usam e a propagam perdem eleições.
Rui Rio elogiou o PAN pela forma como está disposto a negociar acordos. Mas Inês de Sousa Real tem condições para esse apoio: debates quinzenais, ordenamento florestal e impostos.
Economia dominou os 25 minutos de debate em que Catarina Martins e Rodrigues dos Santos frisaram as suas diferenças.
Líder do PS acenou com o papão liberal, mas Cotrim Figueiredo lembrou-lhe que a Segurança Social já investe hoje em bolsa em 200 empresas. E que o Estado come metade dos impostos de quem trabalha.
João Oliveira e Rui Rio não tentaram roubar eleitorado ao outro partido. Foram apresentar os seus programas e mostrar que entre os dois partidos há um mar que os separa.
O único debate que ultrapassou em muito 25 minutos foi também o que teve menos substância. Os líderes do CDS e do Chega! optaram pelo formato de luta no bar, destruindo-se mutuamente e falando várias vezes um por cima do outro.
Foi um debate entre o mel e o fel, sem interrupções e onde os líderes do PS e do BE passaram culpas sobre o fim da relação. Costa deu a entender que gosta de outro: o PCP
E agora terão de sair. Este é pelo menos o desejo do CDS e do Livre. Num debate muito centrado em diferenças religiosas e ideológicas, Rui Tavares e Francisco Rodrigues dos Santos equilibraram-se. Mas um acabou por vencer