Sábado – Pense por si

A atuação de Bad Bunny no Super Bowl, a  8 de fevereiro, que irritou Donald Trump e os parlamentares republicanos
Raquel Lito

Bad Bunny, estrela da provocação

É contra a política anti-imigração dos EUA e é apegado às raízes de Porto Rico. Com Portugal, criou laços através da camisola que vestiu no Super Bowl, show logo criticado por Trump. As polémicas e curiosidades do rapper ativista.

Parem de dizer que "a Ucrânia já perdeu a guerra"

Não, gente: a Ucrânia "não perdeu a guerra". Muito menos lhe resta apenas "aceitar as exigências de Trump e submeter-se ao poder russo". Putin achava que tomava Kiev em quatro dias ou, vá lá, quatro semanas. Quatro anos depois, aqui estamos. Mais arriscado que o avanço russo no terreno (pífio, demorada, insuficiente) é acreditar em quem ecoa a propaganda de Moscovo. É esse o desafio: manter o apoio e permitir que a heróica resistência ucraniana não esmoreça. Não é por eles: é por nós.

Modi, o vencedor do arranque do ano

Modi tem sabido interpretar as oportunidades desta nova ordem de geometria variável e fez acordos comerciais com Reino Unido, União Europeia e EUA em poucas semanas. A Índia será um poder crescente de potencial elevado. Zelensky foi obrigado a explicar que para haver eleições terá de haver, antes, um cessar-fogo e garantias de segurança. A insistência de Trump no tema reforça suspeitas de que Putin tem mesmo o Presidente dos EUA na mão.

Mural em Barcelona mostra Trump e Bad Bunny lado a lado

Mural em Barcelona mostra Trump e Bad Bunny lado a lado

Um mural de graffiti no bairro El Born, em Barcelona, mostra o presidente dos EUA, Donald Trump, ao lado do cantor porto-riquenho Bad Bunny. A obra do artista Alberto Leon tem gerado curiosidade e discussão sobre a mistura de cultura pop e política, numa homenagem ao impacto do músico no palco do Super Bowl.

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