Podem as eleições para a Presidência da República ser adiadas?
A lei prevê que possa haver adiamentos em caso de tumultos ou calamidade, mas só em circunstâncias específicas e territorialmente delimitadas.
A lei prevê que possa haver adiamentos em caso de tumultos ou calamidade, mas só em circunstâncias específicas e territorialmente delimitadas.
O candidato à presidência da República António José Seguro defendeu que vai haver um momento para avaliar a maneira como o Governo e as autoridades reagiram às tempestades que têm assolado Portugal. No entanto, considerou que «este é o momento de acudir às pessoas que não têm telhados [e] aos empresários que não têm equipamentos para poder trabalhar».
O candidato à presidência da República António José Seguro esteve no NOW na noite desta terça-feira e explicou que criticou os métodos do adversário na corrida a Belém, “designadamente nas redes sociais, que partem de perceções, narrativas alternativas, insultos e falsidades”.
O candidato à presidência da República António José Seguro considerou inadmissível haver pessoas sem luz há quase uma semana.
O candidato à presidência da República explicou que tem recebido o apoio de centenas de pessoas da cultura. Seguro considerou que a candidatura à presidência da República “é uma candidatura de Portugal”.
A jornalista Judite Sousa afirmou no NOW que não vê com surpresa o avanço de Seguro na corrida a Belém. "A segunda mensagem que lhe pode, eventualmente, garantir a eleição presidencial daqui a três semanas, é quando ele diz que é necessário reequilibrar o sistema", disse, acrescentando: "o que ele quer dizer é que temos um Governo de centro-direita, liderado por Luís Montenegro, e precisamos de ter na Presidência da República, depois de dez anos de Cavaquismo e de dez anos de Marcelismo, um candidato de centro-esquerda". Já o diretor-geral editorial adjunto da Medialivre, Eduardo Dâmaso, afirma: "Esta é uma vitória, para já, inteiramente de António José Seguro, porque decidiu avançar sozinho".
O candidato à presidência da República, Luís Marques Mendes, disse esta quarta-feira que a sondagem da Intercampus para o NOW não o surpreendeu, uma vez que expressa exatamente aquilo que sente na rua.
Já sobre António José Seguro, o antigo chefe do Estado-Maior da Armada afirmou que as pessoas "não devem confundir pose com a substância que é necessária na nova Presidência da República".
Em causa está o apelo público lançado pelo candidato apoiado pela IL para que Luís Montenegro recomende ao PSD o voto na sua candidatura para evitar que André Ventura ou António José Seguro cheguem à Presidência da República.
Se vencer a Presidência da República, nunca veremos o dr. Seguro a despir os calções de banho nos areais da pátria. O homem é reservado, monótono, às vezes maçador – e talvez os portugueses queiram isso depois desta década de Big Show Marcelo.
Uma ex-assessora da Iniciativa Liberal acusou o candidato à presidência da República João Cotrim de Figueiredo de assédio sexual. Cotrim de Figueiredo negou as acusações e disse que vai avançar com uma queixa por difamação. Esta terça-feira 30 mulheres garantiram numa carta aberta que nunca viveram atitudes inadequadas por parte de Cotrim.
O candidato à presidência da República, André Ventura, admitiu apoiar Cotrim de Figueiredo numa eventual segunda volta em que não esteja presente. As declarações surgiram depois de Cotrim de Figueiredo admitido que não vai excluir apoio a nenhum candidato numa segunda volta, incluindo André Ventura.
O candidato à presidência da República posicionou-se contra o radicalismo. “Luto pela defesa da democracia e contra os extremismos e radicalismos”, referiu.
Aos jornalistas, Pedro Santana Lopes disse que Seguro é um dos candidatos a quem a Presidência da República ficaria bem entregue.
Marques Mendes tem demonstrado, de forma consistente, uma postura agregadora, capaz de unir em vez de dividir, de escutar em vez de confrontar.
Candidata à Presidência da República não conseguiu reunir as assinaturas necessárias e o Tribunal Constitucional deixou-a fora da corrida.