O amigo americano - a intervenção dos EUA no PREC
O golpe militar de 25 de abril de 1974, em Portugal, terá apanhado desprevenidas as autoridades norte-americanas. Todas? Não
O golpe militar de 25 de abril de 1974, em Portugal, terá apanhado desprevenidas as autoridades norte-americanas. Todas? Não
O documento que mudou tudo e as conversas de Vasco Lourenço com Costa Gomes: "Desculpe, mas Vasco Gonçalves não pode ser o PM do novo Governo!"
Tinha acabado de entrar na Faculdade de Direito de Lisboa, e corria o chamado “Processo Revolucionário em curso”. Testemunhei o 25 de Novembro, a cada minuto, na rua e nos transportes públicos.
Vhils e os azulejos da Viúva Lamego para ver em Lisboa, dança com Sasha Waltz em Guimarães e uma peça de teatro sobre o PREC no Porto: temos várias sugestões para si.
Todas as ações relevantes dos órgãos de soberania têm consequências. No caso da Operação Influencer, sucedida, alterada ou frustrada, esses efeitos sentir-se-ão até às eleições legislativas, e depois. Para já, é o novo PREC.
Chamaram-lhes Grupo dos 80, mas seriam muitos mais. Em reuniões secretas, trocavam informações – nunca por escrito. O que lá aconteceu é agora contado num pequeno livro, que será apresentado nesta quinta-feira (dia 9), às 18h, no Palácio da Independência em Lisboa. A SÁBADO falou com dois participantes.
O dr. Costa, com a modéstia habitual, declarou recentemente que não esperava ser lembrado daqui a 30 anos. Mas será. Como o primeiro-ministro que, incapaz de governar o País, optou por balcanizá-lo como já não se via desde o PREC.
Exposição sobre 25 de Novembro foi vandalizada na Alameda, Lisboa. Arrancaram painel com entrevista ao líder do PCP durante o PREC em que afastava "qualquer hipótese para a instauração de uma democracia" ocidental.
"O 25 de abril, com tudo aquilo que aconteceu a seguir, nomeadamente o PREC com determinadas medidas que tiveram efeito terrível na economia portuguesa e que ainda hoje produzem alguns efeitos negativos, apesar de tudo, valeu a pena", disse.
O capitão de Abril e comandante do COPCON durante o PREC tinha 84 anos e estava doente no Hospital Militar.
Agora sabemos que há, pelo menos, dois Megas: o propagandista do Estado Novo e o marxista-leninista do PREC; o negacionista de Wiriamu e o gestor cultural que navega nas turvadas águas do PS. A sua produção discursiva, antes e depois do 25 de Abril, demonstra de que lado sempre quis estar: do lado de quem tem o poder. No fim de contas, Mega limitou-se a mudar para que Mega pudesse ficar na mesma.
PJ de Vila Real apreendeu mais de 500 armas, algumas das quais roubadas durante o período do PREC. PJ diz que algumas foram usadas em crimes violentos.
Objetivos do PSD passam por "retirar o PCP e o BE da esfera do poder". BE criticou revisão da lei laboral.
Nos idos do PREC, os partidos de “direita” gritavam nas ruas, sempre que conseguiam reunir multidões: “Se isto não é povo, onde é que está o povo?” Nas eleições que chegam, e face aos vários desastres e glórias destes dias, voltam a contar-se essas espingardas. No castelo e nas oposições
O primeiro vice-presidente do novo líder do PSD diz que "estamos a caminho de um Estado pária como a Coreia do Norte".
Se parece um pato, nada como um pato e grasna como um pato então provavelmente é um pato. Quando olhamos para os números do mercado imobiliário e ouvimos as histórias de quem lá anda parece indiscutível que há uma bolha. Mas pode não ser assim – pelo menos por agora