Casa Branca rejeita argumento anti-guerra de demissão de diretor de contraterrorismo
Karoline Leavitt argumentou que a carta de demissão de Joe Kent "contém muitas afirmações falsas".
Karoline Leavitt argumentou que a carta de demissão de Joe Kent "contém muitas afirmações falsas".
Pessoas próximas do presidente dos EUA estão a demonstrar "arrependimento" em relação ao conflito no Irão, mas o presidente parece "eufórico" com a ideia deste ataque, que se junta ao sucesso da detenção de Maduro.
Os Estados Unidos e Israel atacaram o Irão a 28 de fevereiro, matando o aiatola Khamenei e iniciando uma guerra regional. Os objetivos da guerra parecem não estar claros, especialmente os pessoais do presidente norte-americano, que detém vários negócios na região.
Trump quer quebrar o "eixo de resistência" em tempos montado para gerar um equilíbrio de poder mundial desfavorável aos Estado Unidos. Do outro lado está a China, e por isso as potências médias que a ela se aliaram são agora um alvo.
122 portugueses regressaram a Portugal do Dubai, que foi alvo de ataques do Irão e estará a ser preparada uma extração por via terrestre de portugueses em Israel.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou, esta quarta-feira, que existem “muitas razões e argumentos” que poderiam justificar um ataque ao Irão, mas reforçou que a diplomacia continua a ser a primeira opção do presidente Donald Trump.
Casa Branca diz que é uma "indignação falsa". Democratas afirmam que é uma atitude repugnante.
Homan tem sido defensor de algumas das políticas mais polémicas da administração de Donald Trump e agora irá supervisionar as operações de fiscalização de imigrantes ilegais em Minnesota na sequência de duas mortes às mãos de agentes do ICE.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, atacou um jornalista ao qualificá-lo como “tendencioso com uma opinião esquerda”, depois de ser questionada, durante a conferência de imprensa de quinta-feira, sobre a atuação do ICE e sobre a morte de Renee Good em Minneapolis.
O presidente dos Estados Unidos quer redesenhar os distritos eleitorais para o Congresso e acabar com a utilização de votos eletrónicos ou por correspondência.
Este incidente dá-se numa altura em que o presidente dos EUA tem enfrentado escrutínio pela gestão dos documentos relacionados com o caso de abuso sexual e pedofilia de Jeffrey Epstein.
Esta terça-feira a organização não-governamental (ONG) Iran Human Rights denunciou pelo menos 2 mil manifestantes mortos nos protestos que contestam há 16 dias.
A repressão das novas manifestações tem sido severa, e as autoridades restringiram o acesso à Internet em todo o país.
Encontro deve acontecer na próxima semana, de acordo com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.
O governo da ilha já solicitou uma reunião “urgente” para discutir “as reivindicações dos Estados Unidos” sobre o país.
O presidente francês, o primeiro-ministro britânico e o chanceler alemão também deverão marcar presença neste encontro.