Faculdade de Direito não tinha queixas contra ex-adjunto do Ministério da Justiça preso por abusos
Paulo Abreu dos Santos, de 38 anos, está indiciado de mais de 500 crimes de pornografia de menores e dois de abuso sexual de crianças.
Paulo Abreu dos Santos, de 38 anos, está indiciado de mais de 500 crimes de pornografia de menores e dois de abuso sexual de crianças.
Seis vídeos, encontrados durante as buscas da PJ, mostram que Paulo Abreu dos Santos colocou câmaras ocultas em espaços privados para gravar a intimidade de homens adultos. Ministério da Justiça afasta a hipótese de estes terem sido gravados no edifício.
O livro favorito do suspeito de vários crimes de pornografia é um ensaio sobre a origem neurológica do mal no ser humano.
Suspeito ficou em prisão preventiva. Caso foi denunciado por um jovem que pratica a modalidade.
Paulo Abreu dos Santos terá cometido parte dos crimes através de um computador presente no gabinete do Ministério da Justiça.
O detido partilhou ficheiros pornográficos, envolvendo menores, através da Internet, acredita a PJ.
A plataforma chinesa Shein anunciou que tinha intenção de partilhar com as autoridades os dados dos compradores das bonecas sexuais infantis que estão sob investigação. Mariana Moniz, psicóloga clínica e forense, explica que nestes casos "é provável estarmos perante pessoas com alguma parafilia [perturbações sexuais]".
O “bruxo” e “rei” de Carqueja era capaz de incutir medo aos súbditos pobres e ingénuos que drogava e violava. A loucura do “psicopata” (segundo descrição dos inspetores da PJ) matou Tânia, Ivo e Joana.
Dos 3.734 crimes de abuso sexual de crianças de que o arguido estava acusado, o coletivo de juízes deu como provados que, desde o ano letivo 2017/2018, o então professor primário cometeu 275 destes crimes, ficando por provar 3.459 crimes de abuso sexual de crianças.
Os quatro jovens são suspeitos de crimes de violação agravada e pornografia de menores, por partilharem as imagens da violação 'online'.
Ministério Público acusou um jovem português de 240 crimes, desde associação criminosa, instigação ao homicídio, e crimes de ódio e racismo.
Os dados referidos do RASI impõem uma reflexão séria e a mobilização dos recursos humanos necessários para uma resposta adequada por parte dos órgãos de polícia criminal e do Ministério Público.
Novos contornos do caso revelam indícios de mais violência durante o ato. Dois dos suspeitos vivem em Fernão Ferro (Seixal) e um terceiro em Caneças (Odivelas).
Homem estabelecia contacto com as vítimas através das redes sociais. Foi condenado a 12 anos de prisão.
A PJ deteve recentemente três jovens, suspeitos de terem violado uma rapariga da 16 anos. Contudo, pelo menos dois deles afastaram a sua participação neste crime.
Depois de terem violado e publicado um vídeo dos atos não consentidos com uma jovem de 16 anos nas redes sociais, os influencers foram interrogados e libertados, estando sujeitos a medidas de coação.