Linha Internet Segura recebe 949 casos de cibercrime e violência em 2025, uma subida de 39%
As burlas e a extorsão são os dois crimes mais reportados.
As burlas e a extorsão são os dois crimes mais reportados.
O mecanismo de Inteligência Artificial do X permite a manipulação e sexualização de imagens já existentes na plataforma, até de menores de idade, apesar de ser ilegal.
Paulo Abreu dos Santos, de 38 anos, está indiciado de mais de 500 crimes de pornografia de menores e dois de abuso sexual de crianças.
Seis vídeos, encontrados durante as buscas da PJ, mostram que Paulo Abreu dos Santos colocou câmaras ocultas em espaços privados para gravar a intimidade de homens adultos. Ministério da Justiça afasta a hipótese de estes terem sido gravados no edifício.
O livro favorito do suspeito de vários crimes de pornografia é um ensaio sobre a origem neurológica do mal no ser humano.
Suspeito ficou em prisão preventiva. Caso foi denunciado por um jovem que pratica a modalidade.
Paulo Abreu dos Santos terá cometido parte dos crimes através de um computador presente no gabinete do Ministério da Justiça.
O detido partilhou ficheiros pornográficos, envolvendo menores, através da Internet, acredita a PJ.
A plataforma chinesa Shein anunciou que tinha intenção de partilhar com as autoridades os dados dos compradores das bonecas sexuais infantis que estão sob investigação. Mariana Moniz, psicóloga clínica e forense, explica que nestes casos "é provável estarmos perante pessoas com alguma parafilia [perturbações sexuais]".
O “bruxo” e “rei” de Carqueja era capaz de incutir medo aos súbditos pobres e ingénuos que drogava e violava. A loucura do “psicopata” (segundo descrição dos inspetores da PJ) matou Tânia, Ivo e Joana.
Dos 3.734 crimes de abuso sexual de crianças de que o arguido estava acusado, o coletivo de juízes deu como provados que, desde o ano letivo 2017/2018, o então professor primário cometeu 275 destes crimes, ficando por provar 3.459 crimes de abuso sexual de crianças.
Os quatro jovens são suspeitos de crimes de violação agravada e pornografia de menores, por partilharem as imagens da violação 'online'.
Ministério Público acusou um jovem português de 240 crimes, desde associação criminosa, instigação ao homicídio, e crimes de ódio e racismo.
Os dados referidos do RASI impõem uma reflexão séria e a mobilização dos recursos humanos necessários para uma resposta adequada por parte dos órgãos de polícia criminal e do Ministério Público.
Novos contornos do caso revelam indícios de mais violência durante o ato. Dois dos suspeitos vivem em Fernão Ferro (Seixal) e um terceiro em Caneças (Odivelas).
Homem estabelecia contacto com as vítimas através das redes sociais. Foi condenado a 12 anos de prisão.