Sábado – Pense por si

Visto de Bruxelas

O exame

O ano de 2026, que só leva 2 meses e uns dias, é já uma eternidade em termos geopolíticos e a UE não parece estar a passar no exame que tem pela frente para se afirmar como um ator global estratégico.

Visto de Bruxelas

As linhas com que a Europa se cose em 2026

A convergência de fatores externos e internos vai continuar a pressionar os decisores europeus à medida que o crescimento económico continua morno, a erosão de consensos e as pressões sobre os governos se intensificam, a competição por recursos naturais acelera, a crise climática não abranda e os ataques híbridos e a insegurança cibernética passam a ser mais frequentes.

Bons costumes

À espera da pandemia

Apesar dos apelos à calma, vigilância e prevenção, é de temer uma vaga alarmista de que as autoridades da China, responsáveis pela ocultação da eclosão da epidemia de coronavírus em Wuhan, em Dezembro 2019, deram os primeiros sinais.

Justamente

Pelo Mundo

São frequentes as ameaças e pressões sobre os magistrados e seus familiares (quer juízes, quer procuradores) e são comuns os ataques físicos, tendo já ocorrido mortes, por questões relativas ao exercício da sua profissão, sem que os governos se preocupem em, de algum modo, manter a sua segurança. São os casos, entre muitos outros, do Equador onde já se verificaram mortes de magistrados neste contexto e da Colômbia.  

Sr. Jerónimo, derrube lá esse muro!

Os anos da “geringonça” já deveriam ter sido mais do que suficientes para o PCP perceber que o seu papel é ao lado dos mais fracos e mais desfavorecidos, que neste momento são os ucranianos. Por muito que doa aos comunistas, atualmente o inimigo é a Rússia.

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