Ventura e a economia: uma relação complicada
A exigência descabida de baixar a idade legal da reforma é mais do que um pretexto para não aprovar a reforma laboral: é a confirmação de um vazio
A exigência descabida de baixar a idade legal da reforma é mais do que um pretexto para não aprovar a reforma laboral: é a confirmação de um vazio
O último debate quinzenal, realizado a 15 de abril, ficou marcado pelas críticas da oposição à forma como o Governo tem respondido ao aumento dos preços dos combustíveis e bens essenciais na sequência da guerra no Irão e pela legislação laboral, temas que deverão voltar à discussão parlamentar.
"Se a ideia era promover um debate sobre a credibilização da classe política, o tiro de partida foi dado no pé”, acusou o socialista.
Pedro Delgado Alves não gostou do discurso do presidente da mesa da AR nas comemorações do 25 de Abril.
Pacheco Pereira teve, por breves instantes, argumentação factual, mas sobretudo conseguiu fazer prova de vida, mantendo a aura intacta para as tertúlias e conferências. Já Ventura voltou a incendiar os ânimos das suas hostes nesse combate contra tudo o que não seja slogan do Chega.
Nos duelos privados, ignorar é a melhor resposta para os anónimos intelectualmente subdesenvolvidos que buscam crescer à custa das pessoas “a sério”. Já no plano partidário, o desafio deve ser travado e com as regras democráticas, porque são elas mesmas que estão em causa.
O antigo primeiro-ministro criticou a oposição e apelou ao sentido de Estado para que se avance com as reformas necessárias.
Aqui chegados, noto algo que submeto agora ao crivo do Leitor: a mais das guerras e dos seus efeitos directos e indirectos e de proclamações do clube dos populistas vivos, as outras causas que cativam a atenção dos media e de quem publica nas redes sociais raramente são as moderadas.
Surgem dissidências à direita da direita, cada vez mais extremas e cada vez menos eleitoralmente viáveis, como frutos que caem da árvore antes de maduros.
Luís Neves não é um político. É um polícia. E essa distinção, que pode parecer semântica, constitui na verdade o ponto fulcral da sua nomeação.
O ano de 2026, que só leva 2 meses e uns dias, é já uma eternidade em termos geopolíticos e a UE não parece estar a passar no exame que tem pela frente para se afirmar como um ator global estratégico.
O Índice de Perceção da Corrupção relativo a 2025, aponta uma descida de Portugal, que cai para a 46.ª posição no 'ranking', o pior registo de sempre do país.
Triunfo esmagador na segunda volta das Presidenciais mereceu destaque lá fora.
A votação presencial no consulado pode ser feita a 07 e 08 de fevereiro.
A convergência de fatores externos e internos vai continuar a pressionar os decisores europeus à medida que o crescimento económico continua morno, a erosão de consensos e as pressões sobre os governos se intensificam, a competição por recursos naturais acelera, a crise climática não abranda e os ataques híbridos e a insegurança cibernética passam a ser mais frequentes.
"No parlamento e no plano legislativo, não há uma dicotomia, não há dois campos, não há só uma oposição", afirmou.