Sábado – Pense por si

Por nossas mãos

A formiga e a cigarra

Há alguns meses, o PS apresentou uma proposta para reformar as regras de corte de árvores - uma medida prevista no Plano Nacional Integrado de Gestão de Fogos Rurais desde 2021 e que permanecia por concretizar. A situação era, no mínimo, paradoxal: em muitos casos, era mais fácil cortar árvores do que plantar.

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Nuno Prates em plena Avenida Estados Unidos da América
Luísa Oliveira

Cuidar de jardins em modo guerrilha

Perante um pedaço de verde maltratado, o jardineiro Nuno Prates não fica à espera de burocracias e põe as mãos na terra. A cidade agradece.

A porta do Criosfera1 abre-se poucas vezes para receber visitas, por isso foi uma alegria acrescida para Heitor ver chegar Will Smith
Luísa Oliveira

Heitor Evangelista: "Os negacionistas são grandes preguiçosos"

Apanhámo-lo no final da sua 29ª missão no continente gelado, antes de embarcar numa longa viagem até casa, no Rio de Janeiro. Viciado nas maravilhas científicas deste pedaço de terra, não se deixa afetar pelas condições extremas em que trabalha há 35 anos

A saga da família Roquette: fundadores do Sporting e BES com histórias incríveis
Ana Taborda

A incrível saga da família Roquette

Vieram de França a saber cultivar rúcula, compraram grandes herdades, participaram em caçadas com reis e infantes, fizeram-se barões em Salvaterra. Os seus descendentes foram campeões de ténis e de golfe, fizeram o Sporting e o BES, lançaram o turismo no Algarve – mas também cantaram ópera no Scala de Milão.

Casa Ermelinda Freitas: um século de coragem, inovação e legado no feminino

Em 1920, na freguesia de Fernando Pó, Palmela, uma mulher ousou desafiar o seu tempo. Chamava-se Leonilde e lançou um dos maiores nomes do vinho português: a Casa Ermelinda Freitas. Um século depois, a empresa é um símbolo de perseverança, inovação e sucessão familiar marcada pelo protagonismo das mulheres.

No estaleiro do Plano Geral de Drenagem, obra que disse ter sido ele a ter “a coragem de fazer”
Marco Alves

Como Carlos Moedas se apropriou da obra dos outros

“Fizemos”, “construímos”, "tivemos a coragem de fazer". Moedas reivindicou a autoria de 112 obras que eram do antecessor, de juntas, de universidades e do Governo (são dezenas de obras, incluindo creches, USF, escolas, jardins, residências estudantis, ou casas), incluindo com deturpação de números. Afirmou haver "mais 400 cantoneiros" a recolher lixo, mas mapa de pessoal da CML mostra que há menos 117

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