Sábado – Pense por si

D. Pedro e a mulher, a princesa Leopoldina, tiveram sempre uma relação muito próxima. A festa do seu casamento foi uma das mais luxuosas do Rio
Ana Taborda

Rio de Janeiro, a capital de todo o império

Para instalar a corte, muitos proprietários tiveram que abandonar as suas casas em 24 horas - a alternativa era a prisão. Passou a haver cabeleireiras e modistas, fizeram-se fábricas e restaurantes. D. João VI libertou e perdoou pelo menos dois escravos.

A fuga da família real para o Brasil

A impressionante operação foi concretizada em três dias e permitiu levar a família real e a corte para o Brasil (no total, nos mais de 40 navios seguiram 15 mil pessoas), para escapar às tropas de Napoleão. E ainda: como ganhar dinheiro com o seu prédio; a primeira reserva natural privada; e um futebolista com uma vida frenética

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

Sónia Bento

Paulo Rezzutti: "D. Pedro II era um influencer na sua época"

O biógrafo dos dois imperadores do Brasil lançou uma versão atualizada de D. Pedro II – A História Não contada, com cartas que encontrou em arquivos de Portugal e na Áustria. Estas revelam novas facetas do último monarca brasileiro.

Vanda Marques

D. Maria II: A menina que veio do Brasil para ser Rainha em Portugal

Em 19 anos de reinado teve 21 governos. Tinha fama de autoritária, mas foi a primeira monarca constitucional que incentivou o desenvolvimento da cultura e do ensino público. Apaixonada por D. Fernando II, adorava andar a cavalo, dançar e escrever cartas à Rainha Vitória.

Ana Taborda

Os mais luxuosos casamentos reais portugueses

Construíam-se pavilhões, pontes e enormes arcos triunfais para festas que podiam ter três dias seguidos de fogo de artifício. Havia enxovais que valiam mais do que um palácio, joias com 4 mil pedras preciosas e banquetes preparados por 200 pessoas – servidos em mesas com toalhas de ouro.

Vanda Marques

A vida privada de D. Pedro IV, rei e imperador

Era hiperativo, sofria de epilepsia e caiu 36 vezes do cavalo. Colecionava amantes – com uma delas trocou mais de 200 cartas – e filhos ilegítimos, mas foi um marido romântico e pai dedicado. Como político, não era agarrado ao poder e escreveu contra a escravatura. Abdicou de dois tronos – o português e o brasileiro –, mas mudou a História para sempre.

Relatório minoritário

Jovens turcos

Podemos acreditar em conspirações, ou observá-las na realidade. É o que se procura aqui fazer sobre as razões do falhanço de mais um golpe à turca. Para já, temos os factos exactos. Mais tarde podemos chegar às interpretações

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Rui Hortelão

Bastidores: Mulheres de força e uma lista de alvos

O Estado Islâmico divulgou uma série de nomes no Telegram, a 22 de Junho. A SÁBADO obteve-a dias depois através do Middle East Media Research Institute, uma das mais conceituadas organizações, que fazem a monitorização do jihadismo online

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