Sanae Takaichi dissolve Parlamento japonês e convoca eleições para 08 de fevereiro
A dissolução dá início a uma campanha eleitoral muito curta, com apenas 16 dias antes da realização das eleições antecipadas.
A dissolução dá início a uma campanha eleitoral muito curta, com apenas 16 dias antes da realização das eleições antecipadas.
A primeira-ministra japonesa vai adiantar mais detalhes sobre a dissolução da Câmara Baixa do Parlamento a 19 de janeiro. Sanae Takaichi quer reforçar a maioria de forma a reforçar a agenda política mais agressiva.
Esta é a primeira vez que o ex-presidente, de 70 anos, sai da prisão desde que foi encarcerado
Candidaturas tinham sido notificadas para corrigirem, no prazo de dois dias, irregularidades que tinham sido identificadas.
Há três candidatos com irregularidades, principalmente falta de assinaturas. Joana Amaral Dias só apresentou 1.575 das 7.500 assinaturas necessárias.
Sanae Takaichi, a primeira mulher a chefiar o governo japonês, é ultraconservadora, workhaolic, cuidadora do marido, toca bateria e é fã de heavy metal. As mulheres reveem-se nela e copiam-na em tudo
Deputados do centro direita e direita juntaram-se aos parlamentares 'bolsonaristas' e aprovaram o articulado por 241 votos a favor e 141 contra.
Mais de quatro horas depois do fecho das urnas e com 34,25% dos votos apurados, Nasry Asfura tinha conquistado 530.073 votos, ou 40,6% do total.
Dificuldades em formar executivos provocaram problemas, incluindo nos pagamentos a fornecedores e professores.
Tim Davie e a diretora de informação, Deborah Turness, renunciaram aos cargos
A presidente do PLD é uma conservadora que chegou a tocar bateria numa banda de heavy metal.
Nas últimas eleições, o partido Sanseito passou de um assento parlamentar na câmara alta japonesa para 15. O líder, Sohei Kamiya, diz admirar as políticas de Trump.
Os governadores de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, estados que, juntos, têm 80 milhões de pessoas e que representam cerca de um terço da população brasileira, foram das vozes mais ativas da insurgência ‘bolsonarista’.
É esperado que as eleições internas ocorram em outubro e o líder demissionário já confirmou que não vai ser um dos candidatos.
O ex-presidente do Brasil foi alvo de uma operação da Polícia Federal esta sexta-feira, tendo-lhe sido aplicadas medidas restritivas.
O australiano-americano chegou aos Estados Unidos em 2017 e naturalizou-se em 2021. Além de ter uma forte presença nas redes sociais escreveu também vários livros, o último conta com o prefácio assinado por Donald Trump.