25 anos depois, UE e Mercosul assinam acordo que cria a maior zona de livre-comércio do mundo
Em Portugal, o azeite e o vinho terão as tarifas reduzidas e eliminadas ao longo dos anos.
Em Portugal, o azeite e o vinho terão as tarifas reduzidas e eliminadas ao longo dos anos.
Queixas avolumaram-se no ano passado e Comissão de Transparência não teve mãos a medir.
Por ter quebrado promessas e não ter até agora estado à altura de responder ao desafio de lutar "pela alma do nosso país" é de antever o pior para Keir Starmer.
Resta saber se a Europa será capaz de unir forças para enfrentar a vacância americana e a ameaça russa. Ou se, pelo contrário, repetirá o erro fatal de 1914, multiplicando também as suas próprias “esferas de influência”.
Os decisores políticos europeus continuam a ser ‘surpreendidos’ por acontecimentos e incerteza. Mais atividade prospetiva na Europa é certamente bem-vinda.
O presidente da Assembleia da República realiza na quarta-feira uma visita oficial ao parlamento britânico a convite do homólogo.
Filipa Pinto quer uma intervenção para fazer face a linguagem imprópria no parlamento.
O ex-líder da IL fez um balanço dos seus dois anos à frente do partido, elencando propostas que foram apresentadas na área da saúde, habitação, impostos ou da reforma do Estado.
O ataque de um bando de nazis a um actor do grupo de teatro A Barraca não é um episódio solto nem apenas cobarde. É cobarde mas é mais do que isso. Ele é a representação simbólica e material da agressão a toda uma sociedade que se revê na cultura.
Investigador na área da prevenção e combate à corrupção, escreveu um livro para esmiuçar o fenómeno para o grande público e explicar por que é que Portugal está tão mal classificado nos rankings internacionais.
Tal como Luís Montenegro apenas se pode queixar de si próprio, também os portugueses e as portuguesas apenas se podem queixar deles e delas próprios/as e das suas escolhas.
O debate preparatório do Conselho Europeu, previsto para hoje, foi adiado para a próxima quarta-feira, provavelmente já com o parlamento a funcionar em regime de comissão permanente, após a dissolução oficial da Assembleia da República.
A delegação de poderes numa autoridade supranacional, respondendo perante governos e parlamentos nacionais, além do Parlamento Europeu, é essencial para que faça sentido falar de autonomia militar de decisão e acção.
A República corrente não é parlamentarista. A legitimidade política maior, aferida pelo voto direto, divide-se entre a AR e o PR. Mas, por razões diversas, as duas instituições estão em crise.
"Qualquer pessoa com um pingo de vergonha na cara preferiria sair para evitar esta situação", aponta o ex-Presidente da Assembleia da República Santos Silva. João Paulo Batalha aponta que no Reino Unido, há ferramentas que deviam existir em Portugal. Marques Mendes também defendeu que Arruda devia sair.
Indicação foi dada pelo Presidente da República após o fim da reunião do Conselho de Estado.