Governo britânico admite possibilidade de proibir manifestações pró-Palestina
Na sequência do ataque antissemita ocorrido em Londres.
Na sequência do ataque antissemita ocorrido em Londres.
Das 176 pessoas que chegaram a Creta, 31 foram transferidas para um hospital, onde receberam primeiros socorros, e as restantes para o aeroporto internacional de Heraclião para serem repatriadas.
Dois deles – um brasileiro e um palestiniano – serão levados para Israel para interrogatório.
O ministro salientou que, como a flotilha foi detida em águas internacionais, o representante da diplomacia israelita em Lisboa foi chamado para dar explicações ao Governo português.
Israel justificou a proibição com o argumento de que jornalistas estrangeiros em Gaza poderiam revelar posições de tropas israelitas e colocá-las em risco. Outras justificações incluíram o facto de se tratar de uma zona de combate ativa, considerada demasiado perigosa.
A Meta decidiu cortar 10% do pessoal. Para quê? Para investir em IA: 135 mil milhões de dólares só este ano. E o reforço em IA provocará novas razias no pessoal administrativo, nos quadros intermédios, em tudo o que vive de rotinas.
Artistas palestinianos exibiram obras num festival em Gaza, usando a arte para retratar a guerra e dar voz à população num território devastado pelo conflito.
A arma surgiu durante a Guerra Civil Espanhola e a partir daí tornou-se um símbolo de guerrilha. Foi essencial durante a Revolução Húngara (1956).
À sombra da guerra regional contra o Irão, os colonos intensificaram os seus já recorrentes ataques na Cisjordânia, matando pelo menos nove pessoas e ferindo dezenas, segundo dados da ONU.
O aumento de violência sexual e assédio por parte de colonos e soldados israelitas na Cisjordânia ocupada, nomeadamente com raparigas, é um fator decisivo para o abandono da região por parte de famílias palestinianas.
Desde o início da trégua, Israel e Hamas têm-se acusado mutuamente de violações ao cessar-fogo.
A decisão pode elevar para 103 o número total de colonatos construídos ou legalizados desde que o atual Governo assumiu o poder em dezembro de 2022, um número significativamente superior aos seis aprovados pelas autoridades nos 30 anos anteriores.
Dezenas de pessoas reuniram-se, esta quinta-feira, junto ao hospital Al-Aqsa, no centro de Gaza, para o funeral do jornalista da Al Jazeera Mohammad Wishah, morto num ataque aéreo israelita no dia anterior.
Centenas de manifestantes saíram às ruas de Ramallah, na Cisjordânia, esta quarta-feira, para contestar a lei aprovada em Israel que prevê a pena de morte para palestinianos condenados por ataques ou atentados contra israelitas. Os protestos denunciam a medida como discriminatória e contrária ao direito internacional.
O parlamento de Israel aprovou, esta segunda-feira, um projeto de lei que prevê a pena de morte para palestinianos condenados por homicídio de israelitas. A medida, apoiada pelo primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, tem sido amplamente criticada.
Pena de morte por enforcamento passa a ser a punição padrão para palestinianos da Cisjordânia condenados por homicídios "de caráter nacionalista" contra israelitas.