Está na altura do Estado tirar a mão do nosso bolso
O problema das contas públicas que ninguém quer resolver, e de que quase ninguém se atreve a falar na clique político-mediática, é este: o Estado gasta demasiado.
O problema das contas públicas que ninguém quer resolver, e de que quase ninguém se atreve a falar na clique político-mediática, é este: o Estado gasta demasiado.
Enfim, se calhar temos todos de começar a pensar seriamente na resposta que tem de ser dada à seguinte pergunta: estamos hoje melhor do que estávamos no tempo do governo da Geringonça?
A Meta decidiu cortar 10% do pessoal. Para quê? Para investir em IA: 135 mil milhões de dólares só este ano. E o reforço em IA provocará novas razias no pessoal administrativo, nos quadros intermédios, em tudo o que vive de rotinas.
Por ter quebrado promessas e não ter até agora estado à altura de responder ao desafio de lutar "pela alma do nosso país" é de antever o pior para Keir Starmer.
No longo percurso de Francisco Pinto Balsemão como jornalista, empresário de media e político há uma mão cheia de momentos cruciais – e marcas que ficarão após a sua morte.
Há uma data que, anualmente, marca discretamente o princípio do fim. O Earth Overshoot Day marcou o ponto de ruptura, expondo o descompasso entre o que exigimos da Terra e o que esta consegue repor.
Com a independência da Reserva Federal em causa esboça-se um cenário de descontrolo crescente devido a riscos de inflação e retirada dos investidores do mercado obrigacionista norte-americano.
Por maioria de razão, a mentira impera na política como manobra de sedução, mobilização e intimidação. Importa, aliás, que seja grandiloquente no seu exagero e repetida insistentemente.
O exército israelita admite sem rebuços que o que se passou foi a "maior falha de inteligência e militar da história" do país, mesmo enquanto mostra os restos do erro.
Para uns é manso e inofensivo e para outros feroz e perigoso, está ali a mostrar que não se pode baixar a guarda.
Não verto uma lágrima por Assad. (...) Mas os festejos devem ser modestos, rápidos e temerosos. Há uma nova guerra civil pronta a começar.
Scrollar nas redes sociais é o acto mais passivo-agressivo que o ser humano descobriu desde o “estou quase a chegar” dito a quilómetros de distância do destino onde nos esperam. Em vez de enfrentarmos o que nos mete medo, passamos ao lado, fintamos o destino sem sabermos que é ele que nos está a fintar.
Assim vimos Dona Dolores, que a comunicação social fingiu ser mãe de todos nós, a ver o dorso de Tiranossauro-rex do seu filho a parecer apequenar-se.
Evento de lançamento da BTL 2025, teve lugar na FIL e contou com uma mensagem do Secretário de Estado do Turismo e a presença de centenas de profissionais do sector.
Não é aconselhável o optimismo infundado de achar que uma parte substancial dos eleitores do Chega tiveram subitamente um rebate de consciência e regressaram aos partidos mainstream.
A verdade é que o que distingue a canção Bebaça, de Marília Mendonça, de um Junk, de William S. Burroughs, é a técnica e mais nada. A dor, a vergonha e o vício são iguais.