Crimes de corrupção caem na 'Operação Marquês' e caso Vale do Lobo prescreve esta semana
Sócrates e Armando Vara ficam livres da corrupção passiva em junho. Juiz do processo mais pequeno vai para o Conselho Superior da Magistratura.
Sócrates e Armando Vara ficam livres da corrupção passiva em junho. Juiz do processo mais pequeno vai para o Conselho Superior da Magistratura.
Julgamento está marcado para 14 e 15 de maio.
A dinâmica processual da Operação Marquês passou a depender de um mecanismo previsível, assente na substituição sucessiva de advogados, em que cada nova entrada exige um período de preparação que consome meses de calendário judicial. A legislação vigente não estabelece limites para este ciclo.
Após três semanas de interrupção devido a nova renúncia de um advogado do antigo primeiro-ministro José Sócrates.
Marco António Amaro era o oitavo representante do ex-primeiro-ministro no caso da Operação Marquês.
A Ordem nomeou um advogado oficioso para representar o antigo primeiro-ministro.
Marco António Amaro é o quarto advogado oficioso do antigo primeiro-ministro.
Tribunal considerou que o pedido da defesa não tem "cobertura legal".
O tribunal interrompeu o julgamento, sem data para ser retomado.
Em causa está um recurso de José Sócrates à decisão do Tribunal da Relação de Lisboa (TRL), de 2024, que recuperou a acusação do Ministério Público (MP) que o então juiz de instrução Ivo Rosa tinha deixado cair.
Esta é a segunda vez que o julgamento do processo Operação Marquês, iniciado em 03 de julho de 2025, é suspenso para que um advogado nomeado por José Sócrates na sequência da renúncia de outro possa inteirar-se do caso.
Sara Leitão Moreira é a quarta representante do antigo primeiro-ministro na Operação Marquês e já pediu cinco meses e meio para analisar o processo.
Escutas revelam que António José Seguro era um alvo de José Sócrates. André Ventura foi chamado a depor e admitiu ter tomado uma decisão errada enquanto inspetor das Finanças.
Principal arguido da Operação Marquês acusou o tribunal de "violência" e criticou o prazo de 10 dias que lhe foi dado para arranjar uma defesa.
O antigo primeiro-ministro já teve cinco representantes oficiais na Operação Marquês. Processo continua a arrastar-se no tempo.
Em 3 de janeiro de 2026, José Preto comunicou ao tribunal que se encontra internado.