Operação Influencer: PSD inviabiliza comissão de inquérito proposta pelo Chega
Partido degende que a "política não deve invadir o espaço que cabe à justiça".
Partido degende que a "política não deve invadir o espaço que cabe à justiça".
Partido quer aferir a legalidade da intervenção do ex-primeiro-ministro em processos ligados ao lítio, hidrogénio e ao centro de dados de Sines.
Para “verificação de atos de corrupção” no último Governo de António Costa.
Em vez de uma verdade encapsulada e distante, temos uma verdade participada, comunitária, quase convivial. Se várias mãos tocaram, várias consciências atestam. É a prova em regime de condomínio.
Segundo a TVI/CNN, António Costa falou com o amigo Diogo Lacerda Machado sobre o projeto Start Campus, em Sines, contrariando a versão apresentada em novembro de 2023 pelo ex-primeiro ministro.
A defesa de António Costa pediu esta quarta-feira, mais uma vez, que o MP clarifique as escutas feitas ao ex-primeiro-ministro e esclareça a fuga de informação de um processo que está em segredo de justiça.
O secretário-geral do PS rejeitou esta quarta-feira que tenha pedido favores ao antigo ministro do Ambiente, Matos Fernandes, referindo que apenas recomendou o perfil de uma pessoa para desempenhar determinadas funções.
O que revelam os documentos da Operação Influencer, a cirurgia ilegal na sede do Chega e uma peça sobre o Benformoso estão entre os destaques desta manhã.
São perto de 50 as comunicações de António Costa intercetadas. O ex-presidente do Supremo alertou para riscos de escrutínio da ação política pela justiça, mas outra decisão deste tribunal validou a manutenção das conversas num processo que escutou mais de 20 pessoas, apanhando na rede desabafos, cunhas, a gestão do governo e do PS.
Antigo primeiro-ministro foi "apanhado" em perto de 50 comunicações, entre chamadas e SMS. A SÁBADO revela tudo o que foi dito e a polémica que se instalou entre o Ministério Público e o Supremo Tribunal de Justiça
O candidato às eleições presidenciais abordou os recentes desenvolvimentos da Operação Influencer. "O Ministério Público veio esclarecer e, portanto, hoje há um cenário completamente diferente do cenário alarmista que existiu na altura. Mas é importante que a justiça em Portugal seja rápida e eficiente", disse.
Em causa estão contactos entre Costa e os arguidos João Galamba, Lacerda Machado e Matos Fernandes.
Num dia, o PGR disse que a investigação ao megaprocesso estava pendente por um recurso. Noutro, a Relação de Lisboa desmentiu-o. O dirigente sindical Paulo Lona aponta para a falta de oficiais de justiça, que notifiquem de forma célere, e para a urgência do avanço tecnológico.
Além de os magistrados não estarem em exclusividade com este processo, há um elevado volume de informação para ser analisada.
Amadeu Guerra garantiu que o MP estava dependente na Operação Influencer de um recurso interposto pelos arguidos, alegadamente, em apreciação no Tribunal da Relação de Lisboa.