De infeções a cancros: investigação mostra que centros de detenção do ICE negligenciam ajuda médica
Falta medicação, compressas, gaze e até pensos higiénicos.
Falta medicação, compressas, gaze e até pensos higiénicos.
Ainda não é uma cura, mas é uma esperança: este novo medicamento permite que os doentes vivam em média mais 13 meses - o dobro que com a quimioterapia. E também tem menos efeitos secundários.
Há situações em que receber a notícia torna doentes pessoas que, até aí, eram saudáveis. Noutras, haver uma alteração pode não significar doença, mas já se instalou a dúvida. Será sempre melhor saber?
Há evidência sobretudo nos tumores colorretais, mas só nalguns grupos de doentes e na prevenção de metástases. Os especialistas não acreditam que o comprimido algum dia seja para toda a gente - mas há estudos a serem feitos em vários tipos de cancro.
Os PAP permitem ao doente aceder a medicamentos inovadores antes da sua autorização de introdução no mercado em Portugal ou, nalguns casos, já após essa autorização, mas antes da decisão de financiamento no âmbito do SNS.
No cancro e nas doenças cardiovasculares, as falsas promessas de cura levam pacientes a abandonar tratamentos - e podem contribuir para enfartes. Nas vacinas, são mesmo uma questão de saúde pública. Saiba como as combater.
Meses antes de aparecer qualquer sinal clínico ou sintomas.
Em causa estão "anunciantes desonestos que usurparam a identidade de celebridades e marcas conhecidas para enganar e burlar pessoas".
A faturação das clínicas aumentou 46% em dois anos – os donos procuram mais e melhores tratamentos e há grupos económicos que dominam o mercado.
Em mulheres jovens com cancro da mama, que têm, se tudo correr bem, muitos anos pela frente, "essa convivência constante com o medo e a ansiedade do cancro voltar é uma realidade", diz especialista.
Alimentação, sono, relações familiares. Um diagnóstico de cancro impacta a pessoa em todas as suas valências. É preciso uma abordagem integrada e humana, em todas as dimensões, para um cuidado completo.
O avô fundou o IPO de Lisboa, o pai e o irmão eram médicos – mas a Medicina nunca foi uma certeza. Criou o primeiro serviço de Pediatria Oncológica, separou sete pares de gémeos siameses e foi aos Jogos Olímpicos, em 1960.
Drogas vivas no corpo durante meses, robôs que operam com menos danos, implantes milimétricos de gelatina, terapias que salvam vidas e estão a tornar crónica a terrível doença.
Existe uma epidemia de mitos sobre saúde a espalhar-se na Internet. Exemplos? A corrente de ar provoca constipações e os antibióticos fazem mal. A Organização Mundial de Saúde estima que 70% da população esteja exposta à desinformação.
Cerca de 5% dos portugueses é sobrevivente de cancro, mas vive com fadiga extrema, problemas de memória e dor crónica. Para eles, abriu agora uma unidade médica especializada.
A medicina do futuro será marcada pela prevenção, personalização e inovação tecnológica. Mas os especialistas do painel “As Doenças do Futuro”, moderado por Eduarda Reis, chief medical officer do Grupo Lusíadas Saúde, reforçaram que, independentemente dos avanços, a humanização dos cuidados e o acesso equitativo à saúde deverão continuar no centro da discussão.