São Francisco Xavier está a desenvolver esforços para garantir urgências de obstetrícia em pleno
A Unidade Local de Saúde Lisboa Ocidental (ULSLO) reagiu em comunicado às declarações desta manhã do Bastonário da Ordem dos Médicos.
A Unidade Local de Saúde Lisboa Ocidental (ULSLO) reagiu em comunicado às declarações desta manhã do Bastonário da Ordem dos Médicos.
O Hospital de São Francisco Xavier apenas dará resposta ao INEM em caso de emergência para o serviço de obstetrícia.
Sindicato denunciou que "a falta de pessoal do quadro" no SNS e a dependência de prestadores de serviço estão a ter efeitos, sobretudo, na Cirurgia e na Obstetrícia.
Os hospitais de Santarém e Abrantes têm encerradas as urgências de ginecologia e obstetrícia e o Hospital de Portimão a urgência de obstetrícia.
A urgência regional centralizada vai funcionar em dois polos: no Hospital Garcia de Orta, em Almada, e Hospital de São Bernardo, em Setúbal.
A governante defende que os profissionais de saúde do Hospital Barreiro foram sujeitos a um "esforço desumano" quando as três urgências de obstetrícia de Setúbal funcionaram em modelo de rotatividade.
No sábado estarão encerradas as urgências de obstetrícia e ginecologia dos hospitais de Abrantes, Setúbal e Portimão, assim como a de obstetrícia de Vila Franca de Xira.
Em causa está o decreto que estabelece um novo modelo organizativo das urgências externas de âmbito regional com o Governo a pretender, já em janeiro, concentrar as urgências de obstetrícia dos hospitais do Barreiro e Setúbal no Hospital Garcia de Orta e, a prazo, construir um novo centro materno-infantil.
Presidente da República deu luz verde à proposta do Governo.
De acordo com a informação divulgada no portal do Serviço Nacional de Saúde.
Segundo o Portal do SNS, as urgências de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital São Francisco Xavier, em Lisboa, e do Hospital Santo André, em Leiria, vão estar condicionadas no fim de semana.
A líder parlamentar do partido recordou que o encerramento das urgências de ginecologia e de obstetrícia ameaça o direito à saúde dos utentes.
Novos constrangimentos na obstetrícia e ginecologia.
Com um investimento total na ordem dos três milhões de euros, a obra é financiada pelo PRR.
Com a criação destes centros, o Governo pretende "garantir uma lista de serviços altamente diferenciados, formação, investigação" no SNS e conseguir fazer com que os "profissionais, quando acabam o internato, queiram ficar no SNS" e "alguns também até possam ter interesse em regressar".
Esta solução "permite que os médicos obstetras se dediquem a situações de maior complexidade".