Como Donald Trump está a tornar a China grande outra vez
A imprevisibilidade da Casa Branca está a aproximar os seus parceiros tradicionais da China. Cátia Miriam Costa considera que o gigante asiático "se tem revelado mais estável do que os EUA".
A imprevisibilidade da Casa Branca está a aproximar os seus parceiros tradicionais da China. Cátia Miriam Costa considera que o gigante asiático "se tem revelado mais estável do que os EUA".
Da Dinamarca ao Canadá, muitos dos tradicionais aliados dos EUA já foram ameaçados por Trump desde que regressou à Casa Branca. Chegou agora o momento do Ocidente o isolar?
Presidente ucraniano falava no Fórum Económico Mundial, em Davos.
A Cimeira do Alasca retirou dúvidas a quem ainda as pudesse ter: Trump não tem dimensão para travar a agressão de Putin na Ucrânia. Possivelmente, também não tem vontade. Mas sobretudo, não tem capacidade.
A “The Lisbon Conference” ocorre a 16 de junho, em Lisboa, no Four Seasons Hotel Ritz e o tema central será “A Europa e as Relações Transatlânticas”.
Petição acusa Musk de se ter "envolvido em atividades que vão contra o interesse nacional do Canadá" ao atuar como conselheiro de Trump.
Desde a sua chegada à Casa Branca, o republicano já assinou centenas de ordens executivas, deixando claro o desejo de mudança dentro dos Estados Unidos. A nível internacional, os aliados são agora outros.
A UE só tem a ganhar, aparecendo como o novo mediador neutro no contexto internacional, com acordos comerciais verdadeiramente apetecíveis para os mercados dominados pelos Estados Unidos, assumindo a liderança comercial.
O novo romance do jornalista e escritor fala de desinformação e geopolítica, e foi mote para uma conversa sobre Putin, Trump, os "bots" nas redes sociais e o jornalismo em Portugal.
Putin vai reunir-se hoje com o seu homólogo iraniano, Massud Pezeshkian, com quem vai discutir o estado das relações bilaterais e a grave situação no Médio Oriente, segundo a Presidência russa.
O mundo atual, muito mais polarizado, imprevisível, fragmentado e perigoso, exige uma União Europeia que apareça aos olhos dos seus cidadãos como realmente unida e capaz de os proteger, de afirmar os seus interesses e valores. Essa unidade europeia é mesmo necessária. E tal constitui o verdadeiro e mais nobre papel da política: tornar possível o que é necessário. É preciso uma liderança verdadeira e esclarecida. No plano europeu e no plano nacional.
O ministro dos Negócios Estrangeiros deu uma entrevista exclusiva onde defende o alargamento da UE à Ucrânia e Moldávia.
A opinião de João Pereira Coutinho em podcast.
Ao serão, escuto as elites (lulistas) a despejarem o seu fel sobre o povão (bolsonarista): que é ignorante, violento, paranóico, racista. Com o raiar do dia, o povão (bolsonarista) vai desfiando as mágoas sobre o Governo (lulista): que é corrupto, arrogante, indiferente à insegurança e dominado pela “nova ordem mundial”.
Do “Plano Kalergi” de substituição ao esquema oculto para uma Nova Ordem Mundial, do elogio a um genocida ao barco cedido e não devolvido: as teorias e o CV do candidato-bomba que pode rebentar com os planos de sucesso europeu de André Ventura.