Sábado – Pense por si

Capa da revista 1132
Lucília Galha

Novas descobertas para tratar o coração

As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.

É um clássico de Natal que há mais de 30 se enfia nos ouvidos à custa de o escutarmos vezes sem conta nesta quadra
Mónica Baltazar

E esta música que não me sai da cabeça

Ficar com a canção natalícia de Mariah Carey no ouvido, depois de ouvi-la vezes sem conta. É mania? Não. O fenómeno tem um nome - earworm- e é explicado pela Ciência.

Lucília Galha

Os segredos para manter o cérebro jovem

Continuar a estudar, dormir bem, fazer exercício e estar com os amigos contribuem para uma mente saudável. Os alimentos também contam: há os que ajudam a memória e os que deve evitar - saiba quais.

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Susana Lúcio

As melhores cidades para viver em Portugal

Segurança para passear à noite na rua em Braga, inovação tecnológica e tranquilidade no Fundão, viver, trabalhar e divertir-se num raio de 15 minutos em Lisboa e assistir ao mais bonito pôr do sol em Alcochete. Estes são alguns dos motivos que levaram famílias a fixarem-se nas melhores cidades para viver em Portugal.

Lucília Galha

Os perigos dos novos medicamentos para emagrecer

São muito eficazes, mas têm dois custos. Um é o preço, os injetáveis são caros e não estão comparticipados. Outro são os efeitos secundários. Há pessoas que abandonam a medicação porque passam dias inteiros maldispostas ou a vomitar. Há quem não consiga levantar-se da cama por causa das tonturas e até relatos de pensamentos suicidas associados à toma. Estes fármacos estão indicados para pessoas com excesso de peso e obesidade, mas há muita gente a fazê-los só por vaidade, sem que existam estudos que provem que são seguros quando não há doença.

Susana Lúcio

Estes pais adotaram crianças mais crescidas: "Precisam de uma família"

Há mais miúdos entre os 7 e os 15 anos para adotar do que bebés, mas esse continua a ser o critério dominante dos casais. A SÁBADO falou com pais adotivos que preferiram os mais velhos e com especialistas que garantem que é um mito que com mais novos é fácil. É que os desafios vão ser os mesmos.

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