"Não toquem no nosso desporto": federações, política e até Blatter, todos chumbam venda do Mundial a privados
Plano de Gianni Infantino de permitir a entrada de investidores privados no Mundial recebe críticas em toda a linha.
Plano de Gianni Infantino de permitir a entrada de investidores privados no Mundial recebe críticas em toda a linha.
Apesar do Mundial do Qatar estar repleto de polémicas que arrastam a FIFA para um universo do desrespeito pelos direitos humanos, esta não é uma total novidade para a organizadora do evento. Rússia, Argentina e Itália são outros exemplos.
Ignorado como jogador e sem sucesso como treinador, tem-se destacado como dirigente, em especial nas contratações. Agora está no Paris Saint-Germain e quer ajudar o clube francês a vencer a Champions. Esta quarta-feira, dia 5, a equipa parisiense, com estrelas como Messi, Neymar e Mbappé, desloca-se a Lisboa, para defrontar as águias.
A sua newsletter de quarta-feira.
O PSG, presidido por Nasser Al-Khelaifi, pretenderá, à 'boleia' do novo compromisso com Mbappé, revigorar o seu projeto desportivo, e o português Luís Campos, que teve funções similares no Mónaco e no Lille, pode, segundo a imprensa, vir a ser o novo diretor desportivo.
Segundo a procuradoria, Al-Khelaïfi, de 48 anos, e Valcke, de 61, estabeleceram um "acordo corrupto" para a atribuição à beIN dos direitos de transmissão dos mundiais de 2026 e 2030.
Nos discos rígidos do hacker, que estão na posse do MP, existem elementos que o ligam ao ataque informático que está a ser investigado pela justiça francesa.
Os adeptos do Paris Saint-Germain passaram três dias à espera no aeroporto e depois seguiram Messi para todo o lado. A loucura é tanta que as camisolas esgotaram - só há entregas para outubro - e até há jornalistas contratados como paparazzi.
Apresentado no Paris Saint-Germain, argentino disse ter "fome de troféus" e que, desde que o Barcelona anunciou a saída, foi tudo "muito fácil e rápido". Ambição é igualar Ronaldo e conquistar a 5.ª Liga dos Campeões, que lhe foge desde 2015.
Liga espanhola recusou o acordo entre o argentino e o Barcelona que previa uma redução de 50% do seu salário. A razão? A folha salarial excederia as receitas do clube. Mesmo que Messi aceitasse ficar de borla, Barcelona teria de limpar 25% dos salários do plantel para o poder inscrever.
A hipótese foi avançada em Itália. Mas, a acontecer, não será antes de 2022, ano em que acaba o contrato com a Juventus. Para voltar a Alvalade, irá perder milhões – só o fará mesmo pela ligação sentimental, tal como aconteceu com Pepe no FC Porto ou Rui Costa no Benfica.
Os campeonatos entram na reta final: em Portugal, como em Itália, a luta pelo 2º lugar está ao rubro. Já em França, há um clube que pode quebrar a hegemonia do PSG e fazer história. Outra vez.
Nasser Al-Khelaïfi, presidente do Paris Saint-Germain, está envolvido em vários esquemas de direitos televisivos para o futebol mundial. Procuradores acusam Jérôme Valcke de levar uma vida "de cigarra".
Bávaros e parisienses defrontam-se no Estádio da Luz a partir das 20h.
Nasser al-Khelaifi e Jérôme Valcke são visados numa investigação sobre os direitos televisivos do Mundial de futebol. Presidente do PSG terá tentado influenciar a concessão dos direitos televisivos do Mundial, cedendo a Valcke a sua vivenda de luxo na Sardenha.