"Não toquem no nosso desporto": federações, política e até Blatter, todos chumbam venda do Mundial a privados
Plano de Gianni Infantino de permitir a entrada de investidores privados no Mundial recebe críticas em toda a linha.
Plano de Gianni Infantino de permitir a entrada de investidores privados no Mundial recebe críticas em toda a linha.
O México 86 viu nascer um ídolo, com El Pibe a arrasar a Inglaterra. Quanto a Portugal, correu tudo mal, no que ficaria conhecido como "escândalo Saltillo". O Itália 90 foi dos mais soporíferos, mas houve um raio de sol: Roger Milla. Foi também a primeira vez uma equipa (Argentina) não marcou na final.
A autora de Persépolis morreu "de tristeza" aos 56 anos, um ano depois da morte do seu companheiro.
O partido que lidera, a Fatah, iniciou o primeiro congresso do movimento em 10 anos, em que irá eleger um novo comité central.
O CEO da Saudi Aramco antecipa que, nos próximos dias, consiga restabelecer 70% da produção normal, evitando o estreito de Ormuz.
A presença de homens armados e não identificados dentro do hospital Nasser motivaram a suspensão de atividades médicas não críticas.
Sou, como sabem, um defensor de uma ideia bastante lata da liberdade de expressão
O Hamas entregou 20 reféns vivos e 25 mortos, faltando ainda localizar três corpos.
Israel entregou ao Hospital Nasser, em Gaza, os corpos de 15 palestinianos. Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, no total já foram recebidos 330 cadáveres, dos quais apenas 95 foram identificados.
Também esta sexta-feira Israel já tinha devolvido os corpos de trinta palestinianos, continuando as trocas de restos mortais que sustentam o frágil cessar-fogo.
Presidente dos EUA agradeceu ainda a Israel o anúncio da cessação dos ataques aéreos no território.
O número de jornalistas mortos em Gaza ultrapassa os 210 desde 07 de outubro de 2023, segundo dados da RSF, o que faz deste "o conflito mais letal para repórteres nos tempos modernos".
Um vídeo filmado pelo jornalista Hatem Khaled, ao serviço da agência Reuters, mostra o caos após o primeiro ataque ao hospital Nasser, em Gaza, e o momento do segundo ataque, quando jornalistas e socorristas chegavam ao local da primeira explosão. Hatem Khaled ficou ferido na segunda explosão. O ataque matou 22 pessoas, entre elas cinco jornalistas.
Segundo as forças israelitas, entre as vítimas foram mortas seis pessoas que consideram "terroristas" e cujos nomes não correspondiam aos dos jornalistas.
Pelo menos quatro jornalistas morreram.
Jornalistas mortos no ataque eram palestinianos que trabalhavam para a Reuters, Al-Jazeera, NBC e Associated Press.