Maior petrolífera do mundo alerta para efeito “catastrófico” de guerra duradoura no Irão
O CEO da Saudi Aramco antecipa que, nos próximos dias, consiga restabelecer 70% da produção normal, evitando o estreito de Ormuz.
O CEO da Saudi Aramco antecipa que, nos próximos dias, consiga restabelecer 70% da produção normal, evitando o estreito de Ormuz.
A presença de homens armados e não identificados dentro do hospital Nasser motivaram a suspensão de atividades médicas não críticas.
Sou, como sabem, um defensor de uma ideia bastante lata da liberdade de expressão
O Hamas entregou 20 reféns vivos e 25 mortos, faltando ainda localizar três corpos.
Israel entregou ao Hospital Nasser, em Gaza, os corpos de 15 palestinianos. Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, no total já foram recebidos 330 cadáveres, dos quais apenas 95 foram identificados.
Também esta sexta-feira Israel já tinha devolvido os corpos de trinta palestinianos, continuando as trocas de restos mortais que sustentam o frágil cessar-fogo.
Presidente dos EUA agradeceu ainda a Israel o anúncio da cessação dos ataques aéreos no território.
O número de jornalistas mortos em Gaza ultrapassa os 210 desde 07 de outubro de 2023, segundo dados da RSF, o que faz deste "o conflito mais letal para repórteres nos tempos modernos".
Um vídeo filmado pelo jornalista Hatem Khaled, ao serviço da agência Reuters, mostra o caos após o primeiro ataque ao hospital Nasser, em Gaza, e o momento do segundo ataque, quando jornalistas e socorristas chegavam ao local da primeira explosão. Hatem Khaled ficou ferido na segunda explosão. O ataque matou 22 pessoas, entre elas cinco jornalistas.
Segundo as forças israelitas, entre as vítimas foram mortas seis pessoas que consideram "terroristas" e cujos nomes não correspondiam aos dos jornalistas.
Pelo menos quatro jornalistas morreram.
Jornalistas mortos no ataque eram palestinianos que trabalhavam para a Reuters, Al-Jazeera, NBC e Associated Press.
Segundo dados das Nações Unidades, entre 27 de maio e 31 de julho, 859 pessoas foram mortas perto de pontos de distribuição da Fundação Humanitária de Gaza.
A organização não-governamental norte-americana Rahma Worldwide calcula que mais de um milhão de palestinianos estão em risco de morrer à fome.
Após a morte de dez pessoas o exército israelita afirmou que tinha acontecido um "erro técnico" num ataque contra "terroristas" da Jihad Islâmica, que fez com que a munição caísse a dezenas de metros do alvo.
Segundo o Ministério da Saúde de Gaza o número de mortes causadas pela operação militar israelita, que já dura há 21 meses, já ultrapassou as 56 mil pessoas.