Primeiro caso suspeito de hantavírus em Portugal testa negativo
Utente chegou às urgências do hospital São Francisco Xavier mas foi encaminhado para o Curry Cabral, hospital de referência em Lisboa.
Utente chegou às urgências do hospital São Francisco Xavier mas foi encaminhado para o Curry Cabral, hospital de referência em Lisboa.
As autoridades portuárias dos Países Baixos prepararam instalações de quarentena temporárias para os tripulantes que não são holandeses.
O navio cruzeiro atingido por um surto de hantavírus deu esta segunda-feira entrada no porto holandês de Roterdão, para ser sujeito a um processo de desinfeção. A bordo do MV Hondius seguiam 25 tripulantes e dois profissionais de saúde.
O caso mais mediático deste ano, e mais grave, foi o surto de hantavírus no MV Hondius, mas só em maio, milhares de pessoas viram-se isoladas em três navios de cruzeiro diferentes. No entanto, os surtos em navios têm uma história antiga.
Cautela, aprendizagem com o Covid-19 e acompanhamento de perto. Os agentes do turismo global de cruzeiros esperam para ver. Em causa pode estar a perda de receitas de muitos milhões de euros.
OMS recomenda isolamento por 42 dias na sequência do surto de hantavírus a bordo do MV Hondius, mas cada país tem as suas regras.
Os últimos passageiros do navio MV Hondius desembarcaram, esta segunda-feira, no porto de Granadilla de Abona, em Tenerife, Espanha, após o cruzeiro ter sido afetado por um surto de hantavírus.
Vestidos com batas médicas brancas e usando máscaras, os passageiros desembarcaram do avião médico, transportando sacos brancos com os pertences, antes de entrarem no terminal.
A DGS indicou ainda na nota que não existe em Portugal "qualquer alteração da avaliação do risco".
Enquanto antigos passageiros do MV Hondius são monitorizados em vários países, investigadores desenvolvem uma nova vacina mRNA contra uma das variantes do hantavírus. A OMS sublinha que não há motivo para pânico e que o risco de transmissão é baixo.
O cruzeiro MV Hondius, atingido pelo hantavírus, atracou esta segunda-feira no porto de Granadilla de Abona, em Tenerife, devido a condições meteorológicas adversas, para que os passageiros pudessem desembarcar em segurança.
A organização garantiu que o risco deste surto para a população em geral é baixo.
Os passageiros e tripulantes que apresentem sintomas de infeção necessitam de isolamento imediato, testes e cuidados médicos, enquanto os que estão assintomáticos devem permanecer em quarentena até seis semanas.
A ministra da Saúde espanhola, Mónica García, informou, esta segunda-feira, que ainda há 54 pessoas a bordo do navio cruzeiro MV Hondius, 22 são passageiros e 32 tripulantes. Os passageiros vão ser retirados e embarcar esta segunda-feira num único voo com destino aos Países Baixos, enquanto os 32 membros da tripulação vão permanecer no navio, que seguirá depois para o mesmo destino.
O capitão do navio MV Hondius, atingido por um surto de hantavírus, gravou um vídeo de agradecimento aos hóspedes e à tripulação, à chegada às Ilhas Canárias, em Espanha, destacando o “carinho”, “união” e “força” durante semanas “extremamente difíceis”.
Trocas de mensagens de WhatsApp entre o presidente das Canárias, Fernando Clavijo, e a ministra da Saúde espanhola, Mónica García, mostram desentendimentos sobre a decisão de enviar o cruzeiro infetado de hantavírus para Tenerife, com Clavijo a questionar a decisão do governo central e a apresentar outras soluções.