Justiça dos EUA acredita que suspeito de matar físico português planeou ataque durante meses
Cláudio Neves Valente matou o professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) Nuno Loureiro na sua casa em Brookline, subúrbio de Boston.
Cláudio Neves Valente matou o professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) Nuno Loureiro na sua casa em Brookline, subúrbio de Boston.
Da cultura à política, recordamos as figuras públicas portuguesas que marcaram o País e morreram no ano que agora termina.
Empregado terá avisado a segurança de que havia um suspeito nos corredores, mas a denúncia foi ignorada. Universidade diz agora que vai instalar mais câmaras de vigilância.
Suspeito é um português que estudou na mesma universidade que o cientista Nuno Loureiro.
Cláudio Valente, de 48 anos, é suspeito do assassinato do professor do MIT Nuno Loureiro e de matar dois estudantes num tiroteio na Universidade de Brown, nos EUA. Foi encontrado morto esta quinta-feira.
Terá sido o responsável pela morte de dois estudantes em Brown e do homicídio de Nuno Loureiro. Foi encontrado morto pelas autoridades.
Autoridades estiveram perto de deter Cláudio Valente, mas o suspeito suicidou-se: foi encontrado com duas armas de fogo. O carro foi uma peça-chave para ajudar a desvendar este crime.
O atacante em Brown no sábado matou dois alunos e feriu outros nove numa sala de aula do edifício de engenharia da escola antes de conseguir fugir.
O crime está a ser investigado pelas autoridades norte-americanas e até ao momento não são conhecidos eventuais suspeitos ou detenções.
Investigador de 47 anos era diretor de um dos centros de investigação mais importantes do mundo, no renomado MIT. Morreu esta terça-feira, após ser baleado em casa.
Nuno Loureiro dirigia o Centro de Ciência do Plasma e Fusão do MIT desde maio de 2024.
Foi levado a cabo pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).
Esquecemo-nos muitas vezes de que, para usarmos ferramentas de inteligência artificial, precisamos, na generalidade das situações e plataformas, de ser capazes de produzir um conjunto de instruções detalhadamente objetivas para conduzir o processo.
Rússia e a Ucrânia acordaram, no final das negociações, uma nova troca de prisioneiros envolvendo 1.200 pessoas de cada lado, e Moscovo ofereceu a Kiev os corpos de mais 3.000 soldados.
Foram 57 investigadores – de neurocientistas a psiquiatras – os consultados para o livro da autora, com 28 milhões de seguidores. A americana recusa falar de autoajuda e não promete receitas fáceis.
A primeira a fazer a denúncia foi a deputada Erika Hilton, que acusou a administração de Donald Trump de "transfobia patrocinada pelo Estado". Depois, a sua colega Duda Salabert revelou que lhe aconteceu o mesmo