Rita Rato afastada da direção do Museu do Aljube pela EGEAC
A ex-deputada da PCP liderava a direção do museu desde 2020. "Foram quase seis anos de árduo trabalho de que me orgulho", diz.
A ex-deputada da PCP liderava a direção do museu desde 2020. "Foram quase seis anos de árduo trabalho de que me orgulho", diz.
Decreto foi publicado esta segunda-feira em Diário da República
Dina Ventura é fisioterapeuta, já sofreu ameaças e não fala à imprensa. Margarida Maldonado Freitas é farmacêutica, descendente de uma família de convictos republicanos das Caldas da Rainha e não pretende abandonar a profissão
Dez anos depois da sua morte, Maria Barroso continua insubstituível. Primeira-dama, atriz, única fundadora feminina do PS, avó que ligava todos os dias ao neto. "Uma mulher acima de todos os títulos que, em eleições como as que estamos a viver, não seria neutra na escolha pela democracia e o humanismo."
Chama-se A Duas Voltas e recorda a eleição de Mário Soares.
No prefácio do livro, o Presidente da República escreve que "Maria Barroso foi uma excecional atriz de carreira cortada pela vida política e pela censura ditatorial".
António Ramalho Eanes, general e Presidente da República, com a sua assinalável sabedoria e enorme bom-senso, disse que essa é uma data que deve ser assinalada e recordada, mas não comemorada.
Hugo Soares a dar empurrões (amigos), o Chega a contratar talento e Seguro ao autoconduzir-se em campanha
Há corrida para Belém? Então, há chatices no largo do Rato (a não ser que o candidato esteja à procura da reeleição). Por causa das Presidenciais, suspendeu-se o pai fundador, criaram-se fações num sótão e estragaram-se belas amizades.
Figura decisiva e também divisiva, Soares esteve em praticamente todos os momentos-chave da vida política portuguesa, antes e sobretudo depois do 25 de Abril. Há muita luz, mas também alguma sombra no seu enorme legado.
"Temos problemas de exclusão social para as quais importa encontrar respostas no sentido de promover uma maior coesão", considera Pedro Nuno Santos.
O filme, que chega esta 5.ª aos cinemas, não é um retrato da vida do histórico político. É uma viagem às presidenciais de 1986, à fundação do PS e aos embates com Cunhal, num registo algo televisivo.
Começou por pintar na sala da sua casa, em Queluz, mas também nos escritórios da Siderurgia Nacional, onde conheceu António Champalimaud. Católico e comunista, dizia poemas de improviso, desenhava obsessivamente, conviveu com Almada Negreiros e Júlio Pomar.
O CEO da Global Media, escolhido por um acionista opaco, ainda está a pagar uma dívida com mais de 25 anos ao grupo que agora gere - e que requereu a insolvência da sua empresa em 2009. O Fisco mandou fechar outra empresa de José Paulo Fafe em 2013 e uma juíza declarou-o contumaz em 2006. Fafe cruzou jornalismo e política desde jovem e tem amigos em todo o lado. A sua gestão deixa a dona do JN, DN e TSF no limite.
O ex-ministro da Economia de António Guterres apoia Montenegro porque não quer mais o PS no Governo. Pensa que António Costa se "pôs a jeito", mas não poupa a Justiça. Vê o Chega um dia a "sentar-se à mesa com os adultos”. E quer Pinto da Costa fora do seu clube.
"Portugal Amordaçado" é reeditado numa versão crítica que inclui centenas de cartas e dedicatórias inéditas, incluindo uma missiva de Sá Carneiro e uma dedicatória a Marcello Caetano.