Maria Corina Machado diz que "está na hora" de regressar à Venezuela
"Chegou a hora. É meu dever estar com o meu povo", afirmou a líder da oposição venezuelana.
"Chegou a hora. É meu dever estar com o meu povo", afirmou a líder da oposição venezuelana.
"Chegou a hora. É meu dever estar com o meu povo", afirmou a líder da oposição venezuelana.
A vencedora do Prémio Nobel da Paz, María Corina Machado, reuniu-se, esta terça-feira, com o primeiro-ministro português, Luís Montenegro, em Lisboa, durante uma visita oficial a Portugal. Após o encontro, o chefe do Governo destacou a importância de uma solução democrática e livre para o futuro da Venezuela.
Opositora venezuelana vai reunir-se com o primeiro-ministro às 15h em São Bento. Visita surge depois de a vencedora do Prémio Nobel da Paz ter passado por Espanha.
María Corina Machado, vencedora do Prémio Nobel da Paz, deixou uma mensagem nas redes sociais a anunciar que vai regressar entro de poucas semanas à Venezuela e que vai participar no movimento de transição do país para a democracia. (Vídeo María Corina Machado/X)
A Prémio Nobel da Paz de 2025 afirmou que a Venezuela vive um momento histórico, após a captura do Presidente venezuelano Nicolás Maduro por parte dos Estados Unidos.
María Corina Machado deu uma entrevista ao canal televisivo norte-americano Fox News hoje transmitida.
A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, afirmou ter oferecido a medalha do Prémio Nobel da Paz ao presidente dos EUA, Donald Trump, esta quinta-feira, durante um encontro na Casa Branca. O gesto simbólico surge num momento de tensão política na Venezuela e de incerteza quanto ao futuro da liderança do país após a queda de Nicolás Maduro.
A venezuelana tem também planeada uma reunião no Senado para depois do seu almoço com o presidente norte-americano.
O Papa Leão XIV recebeu, esta segunda-feira a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado. O encontro acontece na véspera da viagem da Nobel da Paz para os EUA.
A reunião não constava na agenda do Papa.
O comunicado surgiu depois de María Corina Machado ter afirmado que gostaria de entregar ou partilhar o prémio com Trump, que supervisionou a operação dos Estados Unidos para capturar o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro.
A líder da oposição declarou que planeia regressar à Venezuela o mais rápido possível e afirmou que não falou com Trump desde a extração de Maduro de Caracas pelos Estados Unidos.
María Corina Machado foi impedida de se candidatar às eleições de 2024 pelo regime de Nicolás Maduto.
A galardoada com o Prémio Nobel da Paz conseguiu viajar até Oslo e pôde reencontrar a família, que não via há quase dois anos.
Horas depois de María Corina Machado receber o Nobel da Paz à distância, Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, saiu às ruas de Caracas para liderar uma marcha e atacar a opositora, acusando-a de manchar o prémio com “sangue e guerra”.