Mãe, estou aqui, larga esse telemóvel!
Não é de abrir a boca de espanto, mas agora uma investigação robusta comprova-o: o comportamento digital dos adultos interfere na saúde mental dos mais novos, especialmente na sua segurança.
Não é de abrir a boca de espanto, mas agora uma investigação robusta comprova-o: o comportamento digital dos adultos interfere na saúde mental dos mais novos, especialmente na sua segurança.
Ivo Faria teria agora como alvo a bebé de três anos da atual companheira. A utilizadores das redes sociais terá confessado que só parou de abusar sexualmente da filha de cinco anos porque esta confessou os atos à mãe.
Vereador do Chega em Lisboa tentou reduzir a pensão de alimentos de €350 para €100 e chamou à ex-mulher “prostituta profissional”, “chulazeca ordinária” e “sopeirita do Funchal ‘educada’ em Benfica”. Acusou-a ainda de ter um “corrupio de gajos” em casa, “a quem abres as pernas em frente aos teus filhos”. Ex-mulher acusou-o de violência doméstica.
Este tem sido o mito mais difícil de eliminar. E acredita-se que o leite materno define a cor dos olhos do bebé ou que pulseiras de âmbar protegem as crianças
Artista publicou um vídeo da obra nas redes sociais, acompanhado de uma descrição com um forte tom irónico.
Uma grávida quase deu à luz no carro, outra teve uma bebé com o cordão umbilical enrolado ao pescoço. Três mulheres contam à SÁBADO porque não chegaram ao hospital a tempo do parto.
Têm milhares de seguidores nas redes sociais e publicam posts com reflexões espirituais, explicações catequéticas e algumas brincadeiras que revelam uma Igreja mais desempoeirada. Mas o objetivo não é esse, é antes estar onde estão as pessoas.
A ‘rentrée’ deste ano, a festinha pontalícia da autosatisfação laranjal, foi uma verdadeira entrada para um labirinto de ressentimento, autismo político, incompreensão sobre um país obrigado a sobreviver para lá do governo.
Para a ministra do Trabalho, o combate a quem se serve da generosidade da lei podia começar em casa.
Os dados revelaram que 24,2% das crianças partilham o quarto com os pais, enquanto 18,5% dormem na mesma cama.
Associação pelos direitos da mulher na gravidez denuncia mais stress em grávidas e pressão para antecipar partos. Em Lisboa, apenas uma maternidade esteve aberta no fim de semana.
Têm mais experiência de vida do que os pais jovens e desfrutam mais do presente. Três pais tardios contam à SÁBADO como é viver uma paternidade grisalha.
Miguel Oliveira tem 2 anos, foi diagnosticado com atrofia muscular espinhal tipo 1 quando tinha apenas dois meses e fez o fármaco mais caro do mundo aos três. Hoje consegue sentar-se sem dificuldades, come sozinho, só usa o ventilador para dormir. E talvez vá para a escola já no próximo ano.
A SÁBADO foi conhecer duas famílias de acolhimento para a Jornada Mundial da Juventude: uma de longa duração onde vivem duas voluntárias estrangeiras desde setembro, e outra que se está a preparar para receber peregrinos durante a próxima semana.
Deixou a família – marido e dois filhos, River e Sierra – em Los Angeles para vir gravar o novo programa da SIC. Ligou-lhes sempre ao almoço e ao deitar. “As 8h de diferença facilitam”, admite. Foram semanas corridas – como estas conversas.
Chegou ao basquetebol aos 10 anos, aliciada por um gelado, e agora destaca-se no GDESSA, clube do Barreiro, sendo mesmo uma das figuras da Liga Feminina - foi eleita a melhor jogadora da década 2010-20. Com 33 anos, não pensa em acabar a carreira e para conciliar o basquetebol com a maternidade, contratou uma babysitter para tomar conta do filho, de 3 anos.