Sábado – Pense por si

Baralho o vulgar e o intelectual

Aqui chegados, noto algo que submeto agora ao crivo do Leitor: a mais das guerras e dos seus efeitos directos e indirectos e de proclamações do clube dos populistas vivos, as outras causas que cativam a atenção dos media e de quem publica nas redes sociais raramente são as moderadas.

As três coisas que estão longe de acontecer

A invasão de Putin está longe de parar: o presidente da Rússia não quer "só o Donbass". Quer toda a Ucrânia. Faz da agressão sobre Kiev, em capa de expansão neoimperialista, a sobrevivência do seu modo de liderar. Recuar seria admitir o erro. E, no Kremlin, o poder afirma-se de forma vertical. Sem hesitações. A sangue frio, para que eventuais críticos ou opositores não acreditem em alternativas. Não percebermos isso é não percebermos nada.

Ex-KGB, Putin chefiou o sucessor, o FSB, durante o governo de Ieltsin. A vitória na Chechénia levou-o ao poder
Marco Alves

Como funciona o laboratório de venenos do Kremlin

O método de assassinar opositores de forma silenciosa tem mais de um século e começou nos alvores da revolução bolchevique, com um laboratório mandado construir por Lenine. Atravessou gerações e chegou até Putin. Navalny foi a última das vítimas.

Ucrânia e Rússia: «A guerra vai acabar pela exaustão e não com negociações»

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O chanceler alemão Friedrich Merz afirma que não vê «o final possível da guerra» entre Kiev e Moscovo. Em análise, o Major-General Isidro de Morais Pereira, no NOW, garantiu que a declaração de Merz não foi feita com base «no sentimento», sustentando que os serviços de informações da Europa indicam que as conversações entre as duas partes não vão conduzir ao fim do conflito.

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