Há atletas, treinadores e árbitros detidos nas prisões iranianas ameaçados pela pena de morte
A maioria foram presos durante os protestos que ocorreram no país em janeiro.
A maioria foram presos durante os protestos que ocorreram no país em janeiro.
Sob a alçada de Khamanei as sanguinárias forças de segurança do Irão abriram fogo contra manifestantes durante sucessivas ondas de protestos em 2009, 2019 e nas manifestações que se seguiram após o assassino de Mahsa Amini em 2022.
Fala-se do filho do Xá. Fala-se de líderes no exílio. Fala-se de figuras que, do exterior, prometem um novo Irão. Mas raramente se equaciona um nome que está, e sempre esteve, dentro da própria história política da República Islâmica: Mohammad-Reza Khatami.
Líder Supremo do Irão morreu durante os bombardeamentos dos EUA e Israel em Teerão.
Uma capital de nove milhões sem água, uma economia a afundar-se, uma oposição sem programa ou união, um país a esvair-se em protestos sem solução clara à vista.
Farian Sabahi, italo-iraniana especialista em história contemporânea, tem dúvidas sobre os resultados de "protestos que não têm um líder nem uma organização”.
Uma taxa de inflação superior a 40%, com os alimentos a quase duplicarem o valor em menos de um ano levaram milhares a protestar nas ruas.
As manifestações começaram no domingo em Teerão, onde os comerciantes fecharam os seus negócios em protesto contra a hiperinflação, a desvalorização da moeda e a estagnação económica e, de seguida, espalhou-se para as universidades e para o resto do país.
Em dezembro os preços dos alimentos subiram 72% e os de produtos de saúde e medicamentos 50%, em relação ao mesmo mês do ano passado.
Na iniciativa a IL descreveu que "a repressão não se limitou à privação de liberdade".
Aitolá está no poder há 36 anos e é a figura mais importante do Irão, visto que possui todo o tipo de poderes. Em 1981, foi alvo de uma tentativa de assassinato que o deixou com o braço direito paralisado.
Quase todos faziam parte da Guarda Revolucionária Islâmica. Um deles teve um papel fundamental na repressão contra os protestos de 2022 no Irão, que resultaram na morte de Mahsa Amini.
Teerão está a utilizar drones, sistemas de reconhecimento facial e uma aplicação para obrigar as mulheres a cumprir o rigoroso código de vestimenta. Quem desafia estas leis, pode ser condenada à prisão, pena de morte, espancamento e até violação sob custódia.
"O Brutalista", "Anora" e "Conclave" - que venceu o prémio maior: Melhor Filme - brilharam nos prémios de cinema britânicos. Já "Emilia Pérez" superou "Ainda Estou Aqui". Prenúncio para os Óscares?
Tanto o WhatsApp como a plataforma Google Play foram bloqueados durante os protestos que começaram no Irão em setembro de 2022, na sequência da morte da jovem Mahsa Amini.
Autoridades referem que a jovem estava doente e que entretanto regressou à família. Tinha sido detida no início do mês depois de uma suposta discussão com os seguranças do campus sobre o uso do hijab.