A Caça às Bruxas de Rui Rocha
Esmurrar a honra de um ministro baseado nas filiações associativas, religiosas, desportistas, fraternais, as que forem, convoca os terríveis espasmos de caça ideológica do felizmente falecido Estado Novo.
Esmurrar a honra de um ministro baseado nas filiações associativas, religiosas, desportistas, fraternais, as que forem, convoca os terríveis espasmos de caça ideológica do felizmente falecido Estado Novo.
E ainda eles comem tudo e não deixam nada, a matemática aplicada à conspiração e o medinho de dr. Núncio
Quem aceita um cargo público não perde a vida privada, mas aceita que o perímetro da mesma recua exatamente até ao ponto onde chega o seu poder de decidir. Confundir as duas situações é querer transformar a privacidade num biombo, num escudo.
A newsletter de terça-feira.
Rui Rocha, deputado da IL, mantém a convicção de que o ministro “mentiu” ao parlamento, mas nenhuma das 20 obediências ativas em Portugal tem ou teve, em qualquer momento, o registo do nome do ministro entre os seus membros.
Pina Manique era acusado de construir uma enorme rede de vigilância sobre os portugueses. Hoje acontece precisamente o contrário. São os portugueses que vigiam quem exerce o poder.
Saiba também tudo sobre a nova app portuguesa que organiza a sua medicação.
Cinco membros do Grande Oriente Lusitano contestaram a expulsão nos tribunais comuns e obtiveram uma primeira vitória no Tribunal da Relação de Lisboa.
Marc Ballabriga é ex-polícia e sofre de transtornos psiquiátricos. Escreveu um livro dedicado à filha, onde dizia querer ir para onde o "vento me leva". Chegou a denunciar a irmã por alegado abandono dos filhos.
Cresceu num monte alentejano, vendeu pneus, foi professor de Biologia, investigador da PJ, autarca e autor de novelas, séries de televisão e de duas dezenas de livros. Acaba de lançar Sangue e Silêncio no Poço dos Negros, o seu segundo policial.
Há quem queira confundir, nos tempos que correm, escrutínio com voyeurismo, porque falar de dinheiros de primos, para alguns, é irrazoável. O primo, aliás, os primos, no plural, de José Sócrates, gostarão de saber
Na loja Mozart, o venerável Nuno Vasconcellos fazia as iniciações de maçons com uma “espada flamejante”. O ritual servia para os avisar de que não podiam trair os segredos da maçonaria.
A imperativa identificação e lealdade entre judeu e Estado de Israel levou a uma equivalência entre crítica à política governamental israelita e antissemitismo.
Autor de um podcast sobre teorias da conspiração desde 2020, publicou agora um livro que fala de 18 das paranoias mais partilhadas pelas pessoas. Destina-se a todos, dos céticos aos conspiradores.
Numa campanha eleitoral cheia de mentiras, a desinformação fez parelha com a desatenção.
Nas rondas de perguntas rápidas, houve consenso dos candidatos quanto à rejeição da alteração para um mandato único do Presidente da República e todos negaram pertencer à maçonaria ou a outra organização secreta.